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sábado, 18 de novembro de 2017

Padre Clodomir Brandt e Silva do Arari, 100 anos


 Em memória, há  mais um Aniversário da Morte, de Clodomir Brandt e Silva, falecido em 22 Abril de 1998
Padre. Escritor. Jornalista. Educador. Político. Esportista. Fundador da Associação da Doutrina Cristã. Ainda que nascido na Cidade de Colinas, e adotou a Cidade de Arari-MA, como sendo sua. Sonhou, e, a idealizou de um Tempo, à uma era.

" Hoje, é a Cidade que posta-se agalanada a contemplar-te.
São os tambores sobre o coreto da saudade, que induzem a memória e desperta, por ti, as métricas da sabedoria.

Foi com, e, pelo Saber, que desbravaste uma Cidade, cercou-a com as leituras da comunhão, e a libertou com sermões de " Filosofia"  e, com  o " Notícias", induziu e a conduziu, em direção ao debate, por que nem  o embate, o fez retroceder do púlpito, ainda que houvesse alaúde, sem rabiscos, pelas linhas de " Folha Miúda".

Hoje em murmúrios, se agradece em cortesia, e os oriundos da filosofia, embriagam-se em lealdade, depois de explorar o contexto de " Colégio", "Política", Livraria, e, os privilégios de coisas e tal, admirado há magnanimidade, para decorrer com galhardia, com o explendor de um novo dia.

Brandt de Arari Silva de Clodomir, é o ir subjetivado conjugado com o seguir em conectivos, no presente do indicativo com o restauro de um doutorado, flagrado sem autodidata, de um tempo assim, quase sem fim, por fim, em que a orla do Mearim, regojitava banzeiros e mururus, para deslumbrar os " Olhos Verdes da Luzia" e seduzir as pororocas, em corrediças pulando sobre as barreiras, como se o tempo fosse um palco circense, osculando aningais em ritmos calientes, bordados por ágeis pincéis de água, em versões ribeirense, desvirginado no papel, o perpetuar de " Famílias Ararienses "

Ah, por que, cedes tu, o resplandecer de outrora em céus de brigadeiro, agigantado, e por não ser o derradeiro, de um terreiro enamorado sempre, pelo derradeiro.

A magia de ensinar, filosofar, encurtar no tempo, mesmo os passos dados no escuro, visionar o futuro, para colher o abraço abraçado.
No afã de um novo tempo, com ou sem fãs, é que nasceu um novo amanhã."

de: José Maria Costa
Arariense, romancista, poeta e compositor.
Autor dos livros: Sermão Vermelho, Rua da Beira, Água com Bacuri, Lucianna, Avenida Arari.
Morador do Arari 
Está hospedado na cidade de São Paulo, desde 1980

      
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5 comentários:

Graça Pires disse...

Uma bonita homenagem com um excelente texto.
Uma boa semana.
Beijos.

Sandra Veneziani disse...

Olá, vim te visitar e te oferecer o cartão de Natal do Toque/2017.O cartão está na postagem do dia 16 de dezembro.

Agradeço seu toque de carinho ao longo deste ano.

bjus da San

Boris Estebitan disse...

Un lindo homenaje, feliz Navidad.

lola disse...

Buenas noches te deseo una Feliz Navidad
Un abrazo

风骚污男 disse...

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