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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Ódio

texto de: José Maria Sousa Costa.


Posta-se língua, com profundas caluniadoras
Palavras, que avassaladora expele os lábios.
Abraça-se a letal das sentimentais predadoras
Por onde escorrerão olhares em gestos pífios.

Difama-se o outro sem importar-se com a sorte
E busca-se remendos nas anedotas sem brios.
Festeja-se a desgraçada mágoa e deseja-se a morte
Ainda que elogios vadios abraçam-se em litígios.

Olhar de morte: e morte de inveja, medos soslaios
E raios de paios, construidos a passos de ensaios.
Ódio, resquícios hilários em beijos bocas de vários

Vestes expostas em varais de tenra ingratidão: ódio.
Canção d' alma abraçada no fracasso em terminais
Voos afódios: enfim, sentimentos de  vida sem pódio.
 

terça-feira, 5 de abril de 2016

Na Praia.

de: José Maria Sousa Costa.

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Sol a desfilar olhares ardentes e ventos a soprar aroma suaves
                 Sobre pernas reluzentes em mini saia.
Olhares fixos e salientes como nave a fitar coxas sem entraves,
                      A bolinar farol  nas areia  da  praia.


Parafina em pêlos dourados e garotas insistentes morenar-se
                       Espojadas em tecidos  escaldantes
Maiôs em cios e risos à  desejada , como cangas a espalhar-se
      Penduradas, ornamentadas em fios conflitantes.


          Cútis em mares, aroma de maresias  a enamorar-se
               Com o talhe de um olhar vazado de mim.
Cangas, chuveiros a deletar o sal d'uma pele a evapora-se
                E a embriagar-se com um biquíni assim.


Mar aberto a beijar-te os pés delicados em banseiros sensuais
                 Que teima em namorar-me as  curvas.
Ninguém irá à praia por mais alegre que seja os tempos naturais
            Esperar em noites nuas tempos de chuvas.