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domingo, 14 de junho de 2015

Urubus e Beija-flores.

texto de: José Maria Souza Costa.
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De olhar logro, e risos dissimulados
Veste-se a hipocrisia, com um nome
Desfila-se aroma meigos importados
E faz da desfaçatez petiscos da fome.

Brada cânticos, como se amasse a fidelidade
Corteja a luz, como se tivesse inventado as cores
A falsidade é um lenho que perde-se na claridade
Da luz, e não contempla flores como os beija flores.

O Arlequim, é o bandalho de suas colunas
Faz do cinismo, rosas de suas artimanhas
E da inóspita, troféus erguidos em tribunas.

Faz do fingimento orquestras de galanteios
E ri do riso, espalhado no riso da dor alheia
Por que rir, é exibir desplantes, em esteios.









      

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Mansinhas e vermelhas.

de: Lucas Montenegro.

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O vento existe dentro dos pingos de chuva?
Ou a chuva devassa o vento e o vento
Se desnuda em brisas mansinhas e vermelhas
Igual menininha que tem a saia explorada pela primeira vez

Pois que coisa...

Se corre verde ou azulado o vento invirginado
Não sei
Mas as menininhas ficam leves feito fumaça de incenso colorido

Porque se tem quem pode falar de expectativa
São menininhas de sainhas puras
Nesse mundo tão cheio de coisas interessantes.