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terça-feira, 29 de julho de 2014

Atitude

de: José Maria Souza Costa.




Se da Bilha, o Vinho derramar-se,
Busque um Outro.
Ainda que, seja com aroma e sabor a Escolher.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Outonos.

texto de: José Maria Souza Costa.



 Emprestei-te, um naco de dor
                                                  e derramada,

                                                               mancharam os teus lençóis.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O Futebol.

texto de: José Maria Souza Costa.



O futebol, magia de balé de pernas,  por técnicas, de simetria aguda.
Diversão de alma, estádios, olhos admirados,  ansiedade para vê gol
Cantar, com suas bandeirolas a tremular, no palco retangular d'ajuda
E derramar suor, e malemolência da camisa nove não ser homem gol

Ansiedade, se o homem do apito, escolhe a falta inventada, por litígio,
Interesses por conflitos, que vaza o olhar do outro, na leitura que agride.
Idealizar prestígios, brotar o vestígio itinerante, como a criança prodígio,
Que dribla em zigue-zague, saudando pontapés, que a regra  transgride.

Vaiar o perna de pau, é enaltecer o mambembe, e fazê-lo sorrir também.
É mostrar,  que a bola como namorada, afaga as pernas, como ninguém.
E assim, o futebol insere-se cidadania, e a bolha lhes faz de zé-ninguém.

Pelada, jogada, rolinho, e risos: é a linguagem muda, na visão do artista.
Em uma gramática de linguística fiel há um ambiente, de lutas e disputas,
Sem elitistas, tal ilusionistas em painéis que imortalizarão os desportistas.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Saudade.

texto de: José Maria Souza Costa.



Olhar e imaginação, em comunhão com as fotografias de um tempo:
Prelúdios, cintilam idílicos germinantes, atrelado à condescendência
De imagens, que permanecerão no cérebro, ainda  em passatempo
De recordações, eternizando alegrias em momentos de adolescência.

Na observação da janela de busca: os meus brinquedos infantojuvenis
Pendurados na parede da memória, a contemplar as nossas saudades.
Perspirandos viés por luas, e os braços abertos por deslumbro infantis
Por que amanhã, será pátulos de ideias, fortalecidas nas adversidades.

Recordo dos laranjais entre manguezais, pendurados à orla dos quintais
Da vizinhança, a exalar aromas de tentação, entre as narinas de meninos
Pequeninos, encantados com gaiolas, seduzindo em silvo os passarinhos.

Saudades do lúdico, devaneio da boca de noite, derramando assombração
Em paisagens de pasmo, esparramando em sonhos, os olhares de crianças.
O momento mágico, de uma saudade, é quando o olhar atravessa a lágrima.