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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Recortes d' um Mearim.


 Texto de: José Maria Souza Costa.



Esse rio, que contempla a minha vista, é um pedaço da minha saudade
0riginária d' uma infância, com anarquias, maravilhada da orla d'um cais.
Abraçante à aningais, mururus, como se fossem jangadas da eternidade
Hoje, enamoro nas lembranças, essas correntezas que não voltam mais.

Marés altas, a engordar o nadar dos meninos, que a ti flutuam contentes
Em velocidade tal  ' Fé - em - Deus', entre banzeiros rebojantes sem fim.
Barcos adornados em trilha una, com batelões à reboques vil, dormentes
A espreguiçar-se,  em redes pescareja, assim de pescador, pelo Mearim.

Lanchas, igarités-canoas a remar-se, em gratidão do pleno esforço navegar.
E eu ali, deslumbrado com suas águas revoltadas em um girar de catavento
Há regurgitar piabas, embalantes entre as maias das tarrafas de um tempo.

Espelho d´água reluzido, asfixiando condão arpoantes transversais à arpoar.
Segue ao mar em corredeiras nas vazantes, tão ligeiro que passa por mim,
Análogo aroma do jasmim, ondulante e, refrescantes em torrentes Mearim.


22 comentários:

Sor.Cecilia Codina Masachs disse...

Bellos recuerdos nos vienen de nuestra infancia, en la mía también tengo un río, donde mi padre me llevaba a pescar.
Te deseo una bonita semana
Sor.Cecilia

gla. disse...

Me gustan esos recuerdos...esa infancia pasada
Me gusta tu blog y me quedo
Besos

Marli Terezinha Andrucho Boldori disse...

Amigo, José Maria, as recordações nos fazem bem,pois é um sinal de que temos muito o que recordar, pois as vivemos.Falar sobre o rio que sua vista alcança me levou ao meu passado de menina,quando eu brincava em um pequeno rio.Lindo seu soneto.
Beijos!

Dorli disse...

Olá José
Amei o texto
Bom fim de semana
Beijos
Lua Singular

Elio disse...

Ciao José, anch'io alle volte mi fermo a guardare l'acqua di un fiume che scorre, ma non saprei esprimere le mie sensazioni come fai tu. omplimenti e buona serata.

Marina-Emer disse...

muchas gracias por tu cariñoso mensaje es un placer recibirte gracias a ti ...te deseo feliz fin de semana
con cariño un gran abrazo
Marina

fus disse...

Los recuerdos son nuestro equipaje.

un abrazo

fus

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Meu amigo

São sempre doces as recordações de tempos que foram bons e nos vão acompanhar pela vida fora.
Lindo texto.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

Por acaso o texto que escrevi no meu blogue também fala das memórias.

Arione Torres disse...

Oi amigo José,
navegar nas lembranças é mais do que recordar o passado.
É contemplar o que vivemos e o que ainda vamos viver.
Abraços e tenha uma ótima noite de sábado e boa semana!

ReltiH disse...

muy nostálgico texto.
un abrazo

Boris Estebitan disse...

El rio que tantos recuerdos de vida te trae, lindo escrito :)

Nal Pontes disse...

Lindo texto que bem descreve um tempo gostoso que passou, doces recordações. Lindo e suave a imagem do rio. Desejo a vc um lindo dia. bjss

Crocheteando...momentos! disse...

Mais um belo poema...com uma bela foto!!!Tudo de bom!!!

Abuela Ciber disse...

Recuerdo de infancia que se atesoran,a veces no son tan felices como quisieramos.

El ver pasar un rio siempre deja sueños y sentires de por donde sus aguas bañaran.

Cariños

LUZ disse...

Olá, estimado Zé!

Por aqui frio e chuva, mas olhe que não sei se meus pedidos chegam mais depressa ao céu, não, do que os de você.

Eu creio que chegarão, ao mesmo tempo.

E QUE DEUS NOS ABENÇÕE!

Boa semana.

Abraço, paz e bem.

MIGUEL A. PEREZ PONTON disse...

un saludo enormeeeee ... muchas gracias por seguir mi blog ... estamos en contacto tienes una página estupenda !!!!!!!!!

ANTONIO MANUEL FONTES CAMBETA disse...

Ilustre José Costa,
Adorei este belo relato que me fez recordar o rio de minha cidade, o Degebe, onde em criança ia nadar, e ficava ainda distante de minha casa 5 kms.
Degebe belo rio


onde aprendi a nadar


quer fizesse calor ou frio


nele me ia banhar











5 quilometros tinha que percorrer


para o poder alcançar


e sem autorização para o fazer


lá me ia eu escapar











Na companhia de amigos ia


para as aulas de natação


a cueca e que servia


substituindo o calção











Depois de belos mergulhos


e com dinheiro na algibeira


iamos encher os bandulhos


e por por vezes apanhar a bebedeira











Perto da ponte la havia


uma tasca bem à maneira


que sangue de porco servia


saboroso e pimenteira











Pelos campos la colhiamos


uns nabos bem adocicados


mais melões que comiamos


ficando empanturrados











Chegados a casa nos esperava


uma sova colossal


massagem bem aplicada


que ate não fazia mal











Eramos miudos traquinos


rebeldes por vocação


jovens e lindos meninos


libertos da escravidão











A esse Degebe bendido


grato estamos por nos receber


suas lições aprendido


e homens novos nos fazer











Foram sua belas lições


sempre boas e proveitosas


que me criaram emoções


embarcando nas gloriosas


Abraço amigo
Ps - entrei em seu blog, mas me deu o tal aviso de perigo.

Beatriz Bragança disse...

Amigo JOse
Ja me tinha apercebido, pelas imagens que coloca, que estava muito ligado a um rio.
Gostei muito do seu poema para recordar tempos de infancia!
Parabens.
Um abraço
Beatriz

Jossara Bes disse...

Que bom não perder o contato com a infância! Que bom guardar as sensações de alegria e encantamento!
Tenha uma semana muito feliz!
Beijos!

Alexandra Abarca disse...

Saludos,

Ale
Costa Rica

Silenciosamente ouvindo... disse...

Vim agradecer sua visita ao meu
blogue umsolquente.

Já visitava o seu blogue através
de outros blogues que possuo.

Já agora não sei se conhece o meu
blogue http://sinfoniaesol.wordpress.com
Aceita comentários, mas não
seguidores.
Voltarei semmpre que possa.
Bonito este rio.
Bj.
Irene Alves

Sissym Mascarenhas disse...



Querido amigo,

tão bonito como escreveu uma passagem de sua vida, visto que na minha infancia tambem havia um rio que cortava a cidade, era importante, e deixou recordações em mim. Enquanto eu o lia, voltava ao meu tempo... nossa, faz tempo!

Bjs