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domingo, 29 de setembro de 2013

Paisagem


Texto de: Rafael Belo.



No nosso aconchego, o sossego incendiário do amor, espalhando as chamas, para nos vê, como não Amar  você, como não Amar ?
Este Mar, esta maré, que preenche a minha praia e me dá a melhor vista, a paisagem que o Artista Divino, criou, naquele som de mar, amar, Ah, Mar, me levando cada vez mais para o seu profundo, e, nestas suas águas espalhadas, me concentrou e estou dentro, até depois do horizonte acabar.

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** Rafael Belo, é Jornalista, e, Autor do blog   http://olharesdoavesso.blogspot.com



terça-feira, 24 de setembro de 2013

Janelas


Poema de José Maria Souza Costa.



      Abri o meu sorriso para expor as minhas telas.
    Os quadros adornados, pendurados na tua janela,
      São miragens dos sentidos, por onde naveguei.
  Quando criança imaginei, que, se as imagens fossem galerias,
Eu poderia expor o meu coração reluzente, nas passarelas da ilusão,
             E abri uma vertente, no teu coração.


     Quando a voz passar: como luzes, luas e velas
       E o mirar da samea, pelas frestas e janelas.
Eu vou expor, os  meus sonhos, como quadros a gosto dela,
       E contemplarás, os risos dela, como fossem aquarelas.


    As manhãs de primaveras: eternas, doces e singelas.
     Há um riso rasante, entre as frestas e as janelas.
                     Eu vou expor o teu rosto,
             Por todas as ruas, em enormes telas.
             E todos hão de ver, a minha Cinderela.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Fwd: Veruzir


Poema de: José María Souza Costa.



A tua escrita, é a tua alma desenhada em uma folha de papel.
O teu léxico, é do tamanho da tua redação.
A tua poesia, é o que estás esparramada no teu pensamento,
E o teu olhar, traduz a voz regurgitada do teu coração.
Sonhar, é alimentar a vida, com expectativas.
É ser reto, direto, com metas objetivas.
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español

La su escritura, es su alma dibuja en una hoja de papel.
Su léxico, es el tamaño de su escritura.
Su poesía, es lo que estás esparcida en tu pensamiento,
Y el sus ojos, traduce la voz de tu corazón regurgitado.
Soñando, les la comida de la  vida con las expectativas.
Es ser recto, recto, con metas objetivas.
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italy

La tua scrittura, la tua anima è disegnato su un foglio di carta.
Il tuo lessico, è la dimensione della vostra scrittura.
La tua poesia è quello che stai stravaccato nel tuo pensiero,
E i tuoi occhi, traduce la voce del tuo cuore rigurgitato.
Dreaming, il cibo è la vita con le aspettative.
È essere diritta, diritta, con gol oggettivi.



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Flores Que Não Valsam.


Poema de: José Maria Souza Costa.



Enquanto o olhar distante, embriaga-se entre salões, luzes, faxes e alegria.
Afeganistão, África, Síria, desova e chora, corpos infantis, em rasas covas.
Gás, chumbo, suor, sangue, lágrimas, mistura-se, em solo d'eterna letargia,
Enquanto ergue-se em troféus, vidas decepadas e agonizadas como provas.

Choram irmãs, e , mães desconsoladas, sabem que não beijarão  as flores
Que foram dilaceradas  inocentes, e, soterradas com as  veemente dores.
Clamam ao mundo fustigadas às duras penas, berrando vozes por  tambores
Que não desperta no Ocidente, o limiar de um novo tempo : cores de amores.

Infâncias sequestradas de meninos pobres, por um ente refinado e cabisbaixo
Fertilizado pelo ódio, e regido pelo regime mordaz de um corondó sem patente,
Que rabisca, na partitura do destino de cada um, os ressentimentos eminente.

Verde oliva, azul, branco, lilás, não importa a fantasia ou a cor dos aquartelados.
Afeganistão, África, Síria, outros tantos Mediterrânicos de hipocrisias e alegrias
Engravidam, solenes acordos esquartejados, erguidos entre corpos esfarrapados.

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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Brazil, 40 Graus de Dependência.


Poema de: José Maria Souza Costa.





Saudada de saudável, com os seus 40 graus.
Oprimida, por uma aprovação continuada,
Sufocada e mistificada, pela temeridade.
O tempo vai e vem, e sobe nos teus degraus
Por um Congresso, que te chama de Pátria amada.
Mas, desafina, regida pela orquestra da impunidade.

Aqui: bolsões de pobreza, meninos de rua, manifestações,
Acolá: Carnaval, Futebol, Praia, Sol, Mar, e, inquietações.
Samba, Caetano, Chico, Jobim, como fica esse legado
Derramado, entre a ilusão, e a Aorta das dissimulações ?
Brasil, adornado pelas correntes d ' águas, do Atlântico,
Pacificado, pelas letras de uma Constituição, e, em, pânico
Com um Congresso procrastinado, observado por uma janela
Que chora ela, envergonhada, na contemplação de uma favela.

Verás, que um filho não foge à culpa, na disputa
De um tempo, em que, cada um faz da sua luta
Um elo, ainda que seja, por um bordel de recrutas,
Onde não giramos nada, e, nada aconteceu.
E desta janela, at aviada, por  um navegador
O tempo passa apressado, como quem comunga
Com a esculhambação, abaixo da linha do Equador.
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Español

Aclamado sana, con sus 40 grados.
Oprimida por una continua aprobado
Angustiada, y desconcertado, por la imprudencia.
El tiempo, viene y se va, y se levante en vuestros pasos
Por un Congreso, que te llama de Patria amada.
Pero, desafina, rige por la orquesta de la impunidad.

Aquí: bolsas de pobreza, niños de la calle, manifestaciones,
Ali: Carnaval, Fútbol, Playa, Sol, Mar y preocupaciones.
Samba, Caetano, Chico, Jobim, ¿cómo es este legado
Derramado, entre la ilusión, y el engaño de la aorta?
Brasil, adornada con cadenas d 'las aguas del Atlántico,
Pacificado, por las letras de una Constitución, y el pánico
Con un Congreso demoró, observa a través de una ventana
Quién llora  ella, avergonzada, en la contemplación de una favela.

Verá que un niño no escapa a la culpa, la disputa
De un tiempo, en el que, cada uno hace su lucha
Un enlace, aunque por un burdel reclutas
Cuando no girar nada, y no pasó nada.
Y esta ventana, en el dispensado por un navegador
El tiempo pasa de prisa, como si las acciones
Con esculhambación  debajo de la línea de  Ecuador.

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