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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Canção das Flores


Poema de: José Maria Souza Costa.




Você diz, que fez o meu mar
Que entre horas vagas, escreveu o meu diário
E, pregaste no semanário de uma alma.
E por instante, entre acordes distante
Rege uma valsa, delirante e calma.
E sempre que essa valsa toca,
Recorda, entre o teu olhar azul,
As letras que me escreves, e que conduz-lhe
Um tempo há tremelizar, no teu céu cru,
Que vaza do teu amor, com ares de solidão,
E que não acalma-se, nem ante a valsa
Que tocas, para fantasiar, o teu coração.

Você diz, que o cais acaba virando um mar
E o sol, nem se remove de ciúmes
Com o ancorar de uma linha vacilante,
Caminhante, que com o vento, vai-te adiante
Rabiscando o teu movimento, em uma dança,
Que avança, a deslizar, com o nome paciência.
Outrora, ouvi uma valsa, lembrei-me de você.
E sempre que essa valsa toca.
Pergunto: Há que horas você brinca,
Se voltas, se retornas,
O que temes fingindo-se de morta,
Se a chave jogo  por debaixo da porta ?
Mas, sei muito mais, que a valsa que toca
Faz, o teu riso deslizar, para um mar
Sem importar-se, como ele desemboca.
**********************************************
en espãnol.


Usted dice, que hizo el  mi mar
Que dentro de tiempo libre, escribió el mi diario
Y clavaste en semannário un alma.
Y por instante, entre acordes, distante
Rige un vals, delirante y tranquilo.
Y cada vez que choza esa vals,
Recuerda entre sus ojos azules,
Las cartas que me escriben, y eso lo lleva
Hace un tiempo tremelizar en tu cielo crudo
Que se vasa en tu amor, con un aire de soledad
No calmarse antes el vals
Eso madrigueras, para fantasear, su corazón.

Usted dice, que el muelle siempre había visto un mar
Y el sol, ni elimina los celos
Con el ancla de una línea débil,
Caminante, con el viento, vete adelante
Garabateo su movimiento, en una danza,
Avanzando, correderas, llamado paciente.
Una vez escuché un vals, recuerdo de ti.
Y siempre que esa vals choza
Pregunte: qué hora se juega allí,
Si vueltas es retornas,
¿Qué temes fingiendo estar muerto,
Si la llave juego bajo de la puerta ?
Pero, lo sé, que el vals que juega
¿Su delizar risa a un mar
Sin cuidado, ya que desemboca.



sábado, 24 de agosto de 2013

Um Olhar Derramado Pela Janela



Poema de: José Maria Souza Costa.




A minha janela, fica, no Vigésimo Primeiro Andar
De lá, vejo outros arranha-céus, em céu cinzento
Vejo carros lá embaixo, em buzinaços, sem retornar
E a alma humana, abraçada, contra um tempo.

A Cidade inteira, passa no olhar da minha janela,
As cores, que vai-se com a distância, no olhar perdido,
Os sabores e a arte, que desfilam delirante, em aquarela
E a janela bem ali, a contemplar, o olhar de um sol ardido.

O olhar distante, por uma eterna procura
Lá embaixo, a solidão entre o olhar e o espaço,
É a vida rimando os eternos elos de um compasso.

A minha janela, fica, no Vigésimo Primeiro Andar
Entre cantos pássaros, e a curiosidade de muitos passos,
É de lá, que vejo a lua boiante, quando o sol está a raiar.
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en español


Mi ventana está en el Vigésimo Primero Piso
De lá, veo otros rascacielos en el cielo gris
Veo los coches abajo, en buzinaços sin volver
Y el alma humana, abrazada, contra el tiempo.

La Ciudad entera pasa en mirar de mi ventana
Los colores, que van con la distancia, en mirar perdido
Los sabores y el arte, que desfilan delirante, en acuarela
Y la ventana allí, contemplando el mirar de un sol picante.

El mirar distante, para una demanda eterna
La debajo, el soledad entre la mirada y el espacio,
Es la vida rimando el eternos elos de un compás.

La mi ventana, está en el Vigésimo Primero Piso
Entre el canto de los pájaros, y la curiosidad de muchos pasos
De lá, que veo la luna flotante, cuando el sol está amaneciendo.



domingo, 18 de agosto de 2013

Eu Te Amo, mesmo assim.


Texto de José Maria Souza Costa




Por que, as águas que correm na direção do Mar, nunca retornam à sua nascente ? E o mesmo olhar, derramado na janela do contentamento, não se deixa embriagar, com o retorno da alegria ? E nem o Sol, com o seu bojo amarelo, deixa-se, esverdear-se, com o frio da primavera, que sempre finge não ser inverno ?
Por que, a minha Rua da Beira, que é contemplada pela beleza do Rio Merim, está sempre a beijar o riso da água, e a escurecer mais cedo, como se fosse eternamente protegida por anáguas bordadas, com pigmentações entrelaçadas, que descem de um céu azulado, que existe ainda, e tão somente, em uma Arari  tropical, e desnudada de uma inocente adolescente dançante, dessas que espalha desejos e sonhos, em passos que teimam em seguir adiante ? E por que, o olhar distante, desafia tanto o horizonte, que deixa-se colorir, como se fosse um arco-íris, beijando a beleza do tempo e enamorado-se, com a brisa dos acontecimentos, que teima  em caminhar lentamente na direção de um coração ?
Hoje eu quero flores: Rosas.Margaridas. Camélias. Teresas. Marias.
Hoje eu quero perfumes: Aromas, que encantam e deslumbram a minha Alma.
Por que o perfume das rosas, embriagam a calma, e deixa envaidecidas as janelas, que murmuram sempre, um caminhar que passa ?
Porque o vento, derramado sobre um rosto, teima sempre em seguir adiante, fingindo nunca ter no tempo, o tempo de um retorno , para enamorar-se do mesmo rosto ?
E o que segue: Eu, você, ou a Vida ?


in  español


¿Por qué, las aguas que fluyen hacia el mar, nunca regresan a su origen? Y el mismo mirar, esparcido  en la ventana de la alegría, no dejes borrachar, con el retorno de la alegría ? Y ni el sol, con su vientre amarillo, tregua, verde-up, con la primavera fría, que siempre finge no ser invierno?
¿Por qué, mi Rua de la Beira, que es contemplada  por la belleza de Rio Mearim, está siempre la besar el riso del agua, cómo si fosse eternamente protegidos por enaguas bordadas, entrelazados con la pigmentación, que descienden desde el cielo azulado, que todavía existe, y sólo, en un Arari tropical, y despojados de un baile de adolescentes inocentes, extendiendo estos deseos y sueños, en los pasos que insisten en seguir adelante?  ¿Y por qué, el mirar distante, cuestiona tanto el horizonte, que dejase colorir, como un arco iris, besando la belleza del tiempo y  enamoradose com la brisa de los acontecimientos, que insiste en caminar lentamente en direción de un corazón?
Hoy quiero flores: Rosas.Margaridas. Camelias. Teresas. Marías.
Hoy quiero Perfumes: Aromas que deslumbran y deleitan mi alma.
¿Por qué el aroma de las rosas y suaves borracho, y dejas envaidecidas las ventanas, que murmuran siempre, un paseo que pasa?
Porque el viento, esparcido en su rosto, siempre insiste en seguir adelante, nunca pretendiendo ser en el tiempo, el tiempo de volver, para enamorase del mismo rosto ?
Y lo que sigue: yo, tú, o la Vida ?



sábado, 17 de agosto de 2013

Fwd: Matematização do EU


Poema do Adenildo Bezerra.



No cotidiano do meu Ser, sinto a potenciação do Amor,
Racionalizo os denominadores comuns da minha razão,
E subtraindo os infortúnios e as miserabilidades da dor
Multiplico por dez cem mil, as alegrias do meu coração.

Adiciono mais cores, sabores e aromas, ao meu viver,
Soluciono os meus problemas, almejando uma simetria da Vida.
E numa exponencial do ego, equaciono as tristezas do querer,
E com uma raiz cúbica do entusiasmo, cicatrizo-me da ferida.

Em progressão geométrica, aumento minhas possibilidades,
Esticando a circunferência, que fecha-me um círculo vicioso,
Em seno e cosseno, transpareço trigonometrias de amizades.

Penso positivo, nunca negativo, não troco, o mais, por menos,
Busco as estatísticas coerentes dentro d' uma singela proporção,
Por que a matemática do viver, não permite pensamentos pequenos.
..........................................................................................

Adenildo Bezerra, é Professor, Pesquisador e Membro-Fundador da ALAC
E autor do site:   www.adenildobezerra.com.br


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Sem Sol.


Poema de:  Rafael Belo.




               O dedo apontou distante,
           Silenciou os lábios e se abaixou
             Sussurrou intrigas, desditos,
                 E se deixou congelar
      Observou mal feito sem de fato está lá.


                Se inflou de ego,
         Desceu as escadas rolando
               Manchou as vaidades.
               Feriu a língua, e, olha só
   A mingua culpou quem passou mais perto.
           Suando do trabalho ao Sol,
         Contando certo o mês no bolso
    E tirando deste só sobras de flores seca.


        Cinzas de um perfume espalhado
        E com seu desconhecido desamor
          Murchou quem não floriu.
                  _______________

** Rafael Belo
, é autor do blogue  http://olharesdoavesso.blogspot.com
E escreveu o comentário do meu livro, SERMÃO VERMELHO ( texto para Teatro ), que será lançado em Setembro, deste ano.

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español


         El dedo señala a distancia,
         Silenció el labio y se abajó
          Susurró intrigas  desditos
            Y si se dejó congelar
 Observó el mal hecho sin tener  estar solo.


           Si influó el ego 
   Bajó las escaleras rodando
      Magullando las vanidad,
   Herió la lengua, y, mire solo,
La escasez culpa que pasó más cerca
   Sudoración de trabajo al Sol
 Contando determinado mes en bloso
Y  teniendo esto sólo sobrantes flores secas.


       Cenizas de un perfume dispersos,
        Y con su desconocida sin amor
            Marchitó que no floreció.

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italy


            Il dito puntato lontano
       Silenziato il labbro e si chinò
          Intrighi sussurrò desditos
         E se lasciato a congelare
 Notato scadente senza in realtà essere solo.


            Se ego gonfiato,
    Giù per le scale a rotazione
            Hurt sua vanità,
   Colpita la lingua, e, guarda
  La scarsità incolpato che passò più vicino
          Sudorazione lavoro al Sole
   Contando certo mese in bloso
E tenendo presente solo avanzi di fiori secchi.


          Ceneri di un profumo dispersi
   E con il suo sconosciuto senza amore
          Appassiti che non fiorì.