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terça-feira, 30 de julho de 2013

O Homem. El hombre. L'uomo.

Poema de: José Maria Souza Costa.




O Homem, é o altercar em seu tempo presente,
É o que pensa, é o ímpeto de uma inteligência
É o que veste, e o que contempla o sentimento,
É a memória aberta e filosófica de um pensamento.
O Homem, é a dor, ou o refletir de uma miragem,
É uma cor, esparramada na parede de um reputar,
Ou, o estado afetivo suscitado, em seu caminhar.
O Homem, é o medo, de um medo em não afastar
Da sua mente, a fatuidade que  alimenta e acalma.
É a fábula, que está a passar sobre o pestanejar
De um silêncio, estando a conflitar com a sua alma.
O Homem, é o que ele escreve, e entrega, em páginas
Da dissimulação, entre a zombaria e suas circunstâncias.
O Homem, é o namoro prostituído, perdido no horizonte,
Na busca de um sem fim, em alinhamentos, de militâncias.
O Homem, é o amar e o odiar, são os doces e os amargos
De um fuxicar, é o mistério de uma criação, tendo que fluir,
É o fazer e acontecer, em nacos tipos com seus embargos.
É o levitar do caminhar, é seguir no seu ir e vir, tendo que sair.
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español

El Hombre, es el altercar en su tiempo presente,
Es el que piensa, es el impulso de una inteligencia
Es el que se lleva, y el que contempla el sentimiento,
Es la memoria abierto y filosófica de un pensamiento.
El Hombre, es el dolor, o el refleja de un espejismo,
Es un color, en extensión en la parede de un considerar,
O estado afectivo planteó, en su caminar.
El Hombre, es el miedo, un miedo a no apartarse
De su mente, el enamoramiento, que nutre y suaviza.
Es la fábula, que está pasar sobre el pestañear
De un silencio, estando a conflictuar con su alma.
El Hombre, es el que escribe, y entrega, en páginas
De disimulo, entre la burla y sus circunstancias.
El Hombre, es el noviazgo prostituido, perdida en el horizonte,
En la búsqueda de un fin, en las alineaciones de la militancia.
El Hombre, es el amor y el odio, son lo dulce y lo amargo
De uno fuxicar, es el misterio de la creación, y para el flujo,
Es el hacer y suceder, en trozos tipos con sus embargos.
Es el levitar del camino, es seguir en su ir y venir, tener que salir
.
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italy



L'uomo, nella sua lite è il tempo presente,
E 'quello che si pensa, è la quantità di una intelligenza
E 'ciò che si indossa, e che comprende il sentimento,
É aperto e il ricordo di un pensiero filosofico.
L'uomo è il dolore, o riflettere un miraggio,
È un colore steso sulla parete di un ritenga,
O, stato affettivo sollevato nel suo cammino.
L'uomo è la paura, la paura di non discostarsi
Della vostra mente, l'infatuazione che nutre e lenisce.
E 'una favola che sta accadendo in un batter
Un silenzio, con il conflitto con la sua anima.
L'uomo è risalente prostituita, ha perso l'orizzonte,
Alla ricerca di un infinito, in allineamenti di militanza.
L'uomo, è l'amore e l'odio, sono il dolce e l'amaro
Un fuxicar, è il mistero della creazione, e di flusso,
E 'e accadono in tipi pezzi con i loro embarghi.
E 'levitare la passeggiata, è di seguire nel loro andare e venire, di dover lasciare.

      

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Devassar


Poema de José Maria Souza Costa.



    O meu gostar é o teu querer, te acompanhar, te atrair
         De fazer acontecer, te agarrar e seduzir você.
                       Te induzir, distrair, e ficar, fugir do reluzir
                     Da imaginação e devassar o teu Ser.

      O meu gostar, é para EU te querer. Por um triz
            Te acolher junto a mim, te envolver na tua sua.
          Te abraçar em meus braços, e te fazer feliz
 Extravasada em leito, sobre o meu peito, à gozo nua.

Curvas cálidas, atormentando lençóis frios em camas luzídia.
           Lúdicos e regojizo em noites de aliciamentos.
                  Gostos, ávidos, devaneios seguidos no dia a dia
              E uma pulsação constante, em batimentos.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Vento Sobre A Relva.

Texto de: Lucas Montenegro.



O dia seguinte é nosso verdugo quando o hoje é redentor. Por que o tempo passa, e assim que você sai do meio dos meus braços, eu sinto a saudade como se a distância pesasse uma vida inteira e o vazio de um dia de nuvens de ferro.
Quando estamos juntos, viramos vento. Esquecemos de continuar existindo nessa forma cansativa que é ser gente, e é por esse esquecer que nosso amor se denuncia. No fundo, meu coração ainda não foi convencido pelo tempo, e o " pra sempre" é a mentira na qual ele acredita para poder viver de verdade.
Eu sou assim que nem você, feito um rascunho escrito às pressas, habitado somente pelo calor que o mundo me deu no segundo em que nasci. Estar com você é voltar naquele segundo, é viver a vida inteira em um segundo.
É isso que nós somos. Um vento descansando sobre a relva.



en español.

El día siguiente
es nuestro verdugo cuando hoy es redentor.  Por qué el tiempo pasa, y así que usted salir de la mitad de mis brazos, yo siento la nostalgia como la distancia pesaba toda la vida y el vacío de un día de nubes de hierro.
Cuando estamos juntos,  volvemos viento. Olvídese de continuar existiendo nessa forma agotadora que es ser gente, y es por esto que olvidar que nuestro amor se denuncia. En el fondo, mi corazón aún no estaba convencido por el tiempo, y  el "para siempre" es una mentira en la que él cree que es capaz poder  vivir de verdad.
Yo soy así que nem usted hizo un borrador escrito a toda prisa, habitado sólo por el calor que el mundo me dio en segundo que yo naciera. Estar con usted es volver naquele segundo, es vivir la vida en un segundo.
Eso es lo que somos. Un viento que descansa sobre la hierba.


in italy

Il giorno dopo è il nostro carnefice quando oggi è rendentor. Perché il tempo passa, e così si va fuori strada delle mie braccia, sento la nostalgia come pessasse distanza di una vita, e la vacuità di una giornata di nuvole ferro.
Quando siamo insieme, ci rivolgiamo vento. Dimenticare di continuare ad esistere in questa forma faticoso è di essere noi, ed è per questo dimenticare che il nostro amore sia denunciato. In fondo, il mio cuore ancora non era convinto da tempo, e "per sempre" è una bugia in cui crede di essere in grado di vivere veramente.
Sono proprio come hai fatto un progetto scritto in fretta, abitata solo dal calore che il mondo mi ha dato la seconda sono nato. Stare con te è tornato in quel secondo, è quello di vivere una vita in un secondo.
Questo è quello che siamo. Un vento riposo sul prato


    

sábado, 13 de julho de 2013

Alma.

Poema de: José Maria Souza Costa.



       Eu sou aquele rio, que escorre rumo ao teu segredo
   Regido por uma uma música valsa, que a mim toca.
E deixo deslizar as minhas mãos por entre teu brinquedo
   Embriagado no aroma compelido d' uma velha vodca.

    Pulsação vadia, hoje a cidade, não estará, na contramão
     E embrulharemo-nos, às sós, sem fronhas e complexos.
  Se chegares à noite, basta deslizar a saia, e seguir em vão
Que o rio derrama luz e Vida, esparramado em seus anexos.

Facho de luz sobre o teu sexo, amor explosivo, ainda em breu.
Não esqueça que a vida começa, antes do brilhar de um novo dia.
Sensualidade de libido, de quem banhou-se e nunca esqueceu,
Deslumbrado com o balé de coxas, que invade a alma e a irradia.
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en español.

   Yo soy aquel
río, que fluye rumbo al su secreto
Gobernado por una canción vals, que me toca.
Y dejo deslizarse las mis manos por su juguete
Embriagado en aroma empujado un viejo vodka.


   Pulsación vago, hoy la ciudad, no es, contramano
Y  embrulharemo-nos, a solas, sin fundas y complejos.
Si llega a la noiite, deslice la falda y, segue, en vano
Que el río vierte luz y Vida, esparcido en sus anexos.

Antorcha de luz de su sexo, amor explosivo, aún en el tono
No olvida que la vida comienza, antes del resplandor de un nuevo día.
Sensualidad de la libido, que se bañó y nunca olvidado,
Deslumbrado con el ballet de muslo, que invade el alma y se irradia.

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italy

O sono quel fiume, che scorre verso il vostro segreto
   Governato da una canzone valzer che mi tocca.
E lasciate scivolare le mie mani attraverso il vostro giocattolo
        Aroma ubriachi costretto un vecchio vodka.

    Pulse cagna, oggi la città, non è, contrariamente
 E embrulharemo noi, a soli, senza federe e complesse.
Se si arriva di notte, basta  scorrere la gonna, poi andare su
Il fiume si riversa la luce e Vita, disteso nei loro allegati.

Raggio di luce sul tuo sesso, amore esplosivo, ancora in campo.
Non dimenticate che la vita comincia, che il bagliore di un nuovo giorno.
       Sensualità di libido, che bagnata e mai dimenticato,
Abbagliato dal balletto delle cosce, che invade l'anima e si irradia.

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domingo, 7 de julho de 2013

Frutos d' Água Doce.

Poema de: José Maria Souza Costa.



                        No quintal de Ribamar tem:
                          Tamatá no leite de coco.
                 Traíra, Jeju, Aracu, Piranguira e Mussum.
           Carambanja ao vinadalho, piaba, assado no flande,
         E Curimatá ao escabeche, com gosto de atum.


              E nas correntezas do Nema, com um côfo a escutar    
                      Assobios de meninos, desejando Jurará.
          Mutuca, pernilongos, essas coisas a incomodar, vem de lá.
              Na beira do Lago tem Mururu: Tucum, e pedra de amolar.


         Pacu, Mandubé, Bagre, tudo em postas e ensopado
                         Regado à vinho seco, e pirão, de farinha d'água.
             Tudo pescado em tarrafa, ou  Redes de arrastar.
                     Ainda se bate Tambor, p' agradecer à Mãe d'água.


                  Mandi, Surubim, Tambaqui na brasa, a esperar
              Ser degustado, com cachaça, no quintal de Ribamar.
                               Tudo fica zen, com Nhen.
E  chega Elismar, pra versar, enquanto tiver peixe: pra assar, ou ensopar.
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1 - in español.


                         En el patio del Ribamar tien:
                           Tamata en leche de coco.
                  Traicionado, Jeju, Aracu, Piranguira y Mussum.
            Carambanja a vinadalho, piaba, asado en flande,
               Y Curimata la marinada, con gusto  de atún.


               Y en las corriente de Nema, con una sacola a la escuchar
                       Silbatos de los niños, desejando Jurará.
            Tábano, mosquitos, esas cosas la molestar, vienne de allí.
               En el borde del Lago tiene Mururu: Tucumán y piedra de afilar.


          Pacu, mandubé, bagre, todo en filete  en guiso
                          Regado el vino seco, y puré de harina de agua.
              Todo pescado en atarrayas, o redes de arrastre.
                      Aún golpes de Tambor, en agradecimento a Madre de agua.


                   Mandi, Surubim, Tambaqui la parrilla, a la esperar
               Ser  degustado con cachaça, en el patio de Ribamar.
                                Todo es zen, con Nhen.
              Y  llega Elismar,  pra versar, mientras haber pescado: pra asar, o guisar.
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2 - in  italy

                            Nel cortile di Ribamar
                         Tamata nel latte di cocco.
                  Tradito, Jeju, Aracu, Piranguira e Mussum.
            Carambanja a vinadalho, sbirciavano, arrosto in flande.
          E curimatá la marinata, con gusto tonno.


               E le rapide di Nema, un côfo ascolto
                       Fischietti di ragazzi, che desiderano Jurará.
           Tafani, zanzare, queste cose si preoccupano, viene da lì.
               Ai margini del Lago ha Mururu: Tucum e cote.


          Pacu, mandubé, pesce gatto, e mettere tutto in stufato
                          Innaffiato il vino secco, e salsa di pesce, farina acqua.
              Tutti catturati nelle reti del cast, o reti di trascinamento.
                      Batte ancora Drum, para ringraziamento Madre acqua.


                   Mandi, Surubim, Tambaqui alla griglia, in attesa
               Essere campionati, con cachaça, nel cortile di Ribamar.
                                Tutto è zen, con Nhen.
   E Elismar arriva, per attraversare, mentre si pesca: per arrostire o stufare.
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

" di Menor "

Texto de: José Maria Souza Costa.



1 - " Um Estudante Universitário, de apenas 19 anos vida, colocava a chave no portão de casa, para abri-la, quando foi surpreendido por um  jovem de 17 anos, que o rendeu, e, não contente desferiu-lhe um tiro, levando-o, à óbito."

Com a notícia, os Meios de Comunicações no Brasil, montaram festas, farras e fanfarras com a imagem do atacado. E como era de esperar-se, a politicada, veio à televisão tergiversar, com suas verborragias  demagógicas, falando em Segurança Pública, Código Penal, Prevenção, Sociedade Civil, e mais um, Rosário da Falácias, que a memória faz bem em fazê-la, esquecer.
Só não falaram, que a culpa de tudo isso, é do Nosso Senhor Jesus Cristo. Creio, que os políticos, esqueceram essa parte.
No Brasil, o Código Penal, consegue ser mais idoso, que todas as idades somadas de toda a Tripulação, das Caravelas, que trouxeram Pedro Álvares Cabral. E o pior, os políticos de hoje, não têm interesse em mexer nessa Casa de Crimes. Logo, esses facínoras têm a proteção do Estado Brasileiro. Todos os anos, eles inventam e criam Comissões. No Brasil, é assim, quando não se quer resolver coisa nenhuma, inventa-se uma Comissão.
Menores de 18 anos de idade no Brasil, não são alcançados pelas digitais da Constituição. Há eles, é patrocinados o Direito de: Traficar Armas  e Drogas, Matar. Roubar. Estuprar. Assassinar. Sequestrar e Prostituir-se.
Há essa gente miúda, à Constituição lhe nega o Direito de: Estudar. Serem Preso. Responder pelos crimes praticados. Entrar no Mercado de trabalho, aos 14 anos de idade.  Há isto, ela chama de " Trabalho Escravo". Enfim, essa mesma Constituição, patrocina-lhes o ócio, desenhando em suas fisionomias, a Universidade da Delinquência.
Mas, o quê é que assusta a nós, os mortais comuns ?
É a simples cara de pau da politicada, usarem os meios de comunicações, para promover-se nesses momentos de dor  familiar. É um escárnio. É hilariante, se é que posso escrever assim. Neste instante, eles recordam das leis. Prometem outras, abusam do comportamento sorrateiro. Mas, jamais, alcançam com a letra fria da Lei, o chamado " diMenor".
Todos os Países, têm os seus problemas, as suas cruzes, dirão. A nós interessa, corrigir as mazelas Brasileiras. Cada País têm que fechar suas feridas, suas chagas.
Por esta Pátria Amada interira, os " diMenor", dirigem veículos motorizados sem habilitação, transformam esses veículos em armas assassinas, e continuam sorridentes e impunes. A Lei, continua em sua frieza, a falar em " Medidas Sócio-Educativas". Educar a quem ? Resocializar a quem, e o quê ? As Réguas, dessas medidas, não abrangem os indivíduos que possuem CPFs, com fama ou de famosos. Só lembrando que é pelo CPF, que lê-se, o valor do  Erário, nas contas bancarias.
Congresso de Canalhas. E assim o tempo passa. As mães, continuam a chorar sob corpos de  filhos. Os avós, berram desesperados, e a chamada Justiça, continua surda e com a tarja na cara, fingindo não conhecer o "  di Menor". E tudo, vira uma salada mista de conivência, com o "di Menor ".
E o Estado Brasileiro, no seu interior, não mais difere do seu setor urbano. Quanto mais avança. Maior a pobreza. Maior a violência. Maior é a desinformação. Maior a desgraça, e contundente é a dor.
Maioridade Penal, é a expressão da moda e do momento.
E nós, os mortais comuns, continuemos a despertar desesperados com um Brasil, "diMenor". E sem Manifestação.