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terça-feira, 28 de maio de 2013

Sepulcro

Texto de José María Souza Costa.


Sepulcro
Silenciado.
Eu vou pára ante o teu Sepulcro.
Eu vou sentar. Meditar. Te procurar. Chamar.
Quero te escutar. Te olhar. Te achar. Te encontrar.
Vou colar os ouvidos, na parede do teu Sepulcro. E gritar,
Para me escutar. Vou te chamar. Vou te acordar. Te levantar.
Vou te acordar. Pra me aconselhar. Vou te contar. Te escutar.
Vou lhe tirar, de dentro desse Sepulcro. Vou te levantar. No ar
E caminhar. Vou rezar. Para TU, ressuscitar.
Eu sei, que é um lugar Santo.
Ressuscitar e, vim me abraçar.
Para a gente caminhar.
No rio nadar.
E depois
Caminhar.
Silenciar.
Ir e voltar.
Silenciar.
Morrer.
Chorar.
Orar.
Ora
Or
O
o
o
o
ó
.
fim.

español

Sepulcro
Silenciado.
Yo voy parar ante de tu Sepulcro.
Yo voy sentarme. Meditar. Busca. Llamar.
Quiero escucharme. Mirate. Encontrase.
Voy collar las orejas, en la pared de tu Sepulcro. Y gritar.
Para escucharme. Voy te llamar. Voy te despertar. Levantarte.
Voy te despertar. Para aconsejarme. Voy te contar. Escucharte.
Voy te sacar, de dentro de esse Sepulcro. Te llevaré. En el aire
Y caminar. Voy orar, y tu resucitar.
Yo sé, el tu Sepulcro es un lugar Sagrado.
Resucitado, y vino abrazarte
Para nosoutros caminamos
En el río nadar.
Y después
Caminar.
Silenciar
Adelante
Y volver.
Silenciar.
Morir.
Llorar.
Orar
Ora
Or
O
Ó
o
ó
.
fin

italy

Sepolcro.
Silenziato.
Mi fermerò prima Sepolcro.
Mi siedo. Meditate. Che cercate. Chiama.
Voglio sentire. Si guarda. Trova voi. Trova voi.
Torno colla le orecchie, sul muro della tua Sepolcro. E grido,
Per ascoltare me. Ti chiamo io. Mi sveglierò. Tirarti su.
Mi sveglierò. A consigliarmi. Te lo dico io. Sentire.
Prenderò, entro tale Sepolcro. Ti porterò. Nell'aria
E camminare. Pregherò. TU per resuscitare.
Lo so, è un luogo sacro.
Risorto ed è venuto ad abbracciarmi.
Per camminiamo.
Nuotare nel fiume.
E poi
Cammina.
Silenzio.
Andare avanti e indietro.
Silenzio.
Pregate.
Die.
Cry.
Ora
Oppure
Gli
Gl
Gi
G
g
ó
.
end.

sábado, 25 de maio de 2013

Trabalhador Rural. ( Trabajador Rural )


Texto do  Adenildo Bezerra.



Trabalhador Rural.
É uma mão calejada, pelo cabo da catana
É um rosto entrecortado pelo suor, que fertiliza a Terra
É a previsão do tempo ínfalível com a fadiga
Orientado pelo Sol, pela Lua e, as idas da Vida.
É uma pele envelhecida, escorada na experência,
Na vivência com as sementes, e as suas reticências.

Trabalhador Rural
A tua arte é plantar, por que fez-se em missão, o Cultivar.
O teu desígno, é colher e saciar a fome, em quem consome,
E um entusiasmo sem nome, que lhe sobrepor, o sobrenome.

Trabalhador Rural.
Teu patrimônio, é uma roça exposta ao chão
É o teu pão, a parte não abocanhada pelo leão, do teu quinhão.
É o teu princípio, teu respeito, o ressoar do teu coração.
É o prosear do ouvir  em canção, adornado por um facão.

Trabalhador Rural.
É uma mão calejada, pela Universidade Arar, enfeitando a Terra
É o linguajar fatídico. Que não perde-se com o Tempo.
É o contemplar do Sol, com a enxada às costa... exposta.
É o esperançar. É o sentar debaixo do racho, e merendar.
Encher a cumbuca d'água, na beira do córgo, dá um gole e caçoar.

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Adenildo Bezerra, é Professor, no Estado do Maranhão, e autor do site:
www.adenildobezerra.com


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ispiandu oiá.

Texto de José María Souza Costa.




Eça Cidade Grandi, é côsa di doido, siô
Ela non  pára ! Oxen ! É genti pra riba, i um mundaréo pra baxo.
Paço ora na janela, isgravitandum dedu, com u oiá espixado, pra vê, ondi essi povu, sí infia.
Mininu qui berra. Véi qui rir, com risu iscorridu, i, disdentadu.
Mininu moçu, bêjandu minina moça. I os dôi, já pensandu im butá fio.
Pençei cumigo. Kieta, rapá. A água du canaviá, é dôci, má nim tudu é garapa.
Ficu iscustandu na paredi di  pindoba, purquê, é a marômba qui mi protégi di xuva.
Nu serená da nôiti, u friu iscorri ná paredi d' Alma, i non resta otra côsa au cabôcu, senau, ispiá u Criadô.


Ná Cidadi Grandi, uis  talu du canaviá, é xamadu de palitu, siô !
Uis ispêtu, xamum di gafu. As pêxeras, di faca. Uis poti, de jarru.
Uis pandêru, son taxadu  di tamburin, i, uis môxu, son xamadu de cadêra.
Uis avisu, son xamadu, de praka. I as intrada, êlis xamu de pórta.
Inté um côfo, sim ala, êlis dizi qui é uma mala.
Tudu istranhu na Cidadi Grandi, siô !
Inté u trein, êlis xamu de Metrô.
Baxaré, êlis dizi qui é dotô. Inté advinhu, dizi qui é Professô !
Cualkér água culorida, xamu di sucu. Banha, êlis  xamu di mantêga.
Peçuá, ná Cidadi Grandi, é tudu apreçadu. Tudu, tudu  é  avexadu.


U sertaun, é o corassaun du cabôcu. 
É u córgo qu'iscorri n'Alma, cumu si fossi um riu
É u amô maió, qui alimenta a Vida.
U sertaun, é uma bandera desfraudada, siô.
Qui sani u qui firiu. É u disfraudi qui a frô num viu,
E qui, sorri na jânela, ispiando a Vida.

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NOTA:  ..., ... quero dedicar este poema ao sertanejo: Adenildo Bezerra.





sábado, 18 de maio de 2013

Soneto Em Amor Virtual.

Texto de:  José Maria Souza Costa.



O que é o amor virtual, senão uma aventura
Ao deslumbro amante de um não conhecido.
É narrar a vida amada amante a uma criatura
Desenhada,  na memória de um amor  falido.

O que é o amor virtual, senão uma aventura descompassada
No caminhar de uma imaginação desesperada.
É buscar uma composição, descompassada em uma estrada
Rabiscada em momentos, de páginas fracassada.

O que é o amor virtual, senão um conto de fadas fracassadas
Iludidas com palavras vãs, em noites quentes e fingidia
Desesperadas por léxicos diferentes em tempo de contemplação.

Mas, o amor virtual pode ir além das palavras descompassadas,
Invadir as almas fingidias, roubar das pessoas em seu dia a dia
Um processo de mutação inacabado e acabado com enrolação.
      

sábado, 11 de maio de 2013

Eu Sou A Vida.

Poema de  Lucas Montenegro.
 

Eu sou a Vida que grita pra viver
Eu sou a vida que silencia ao nascer
Eu sou a Vida que muda só por prazer
Eu sou a Vida que quase morre pra crescer


Eu sou a Vida que quer sempre tanto
Eu sou a Vida que se encontra no acalanto
Eu sou a Vida que escorre seu pranto
Eu sou a Vida que gargalha de espanto


Eu sou a Vida que caminha no tempo
Eu sou a Vida que traz o contento
Eu sou a Vida que é fugaz momento
Eu sou a Vida que da Vida é rebento


Eu sou a Vida que é a vida da gente
Eu sou a Vida que é risco consciente
Eu sou a Vida que vai só pra frente
Eu sou a Vida, sou pra sempre.


en español

Yo soy la Vida gritando por  vivir
Yo soy la Vida que silencía al nascimiento
Yo soy la Vida que los cambios sólo por placer
Yo soy la Vida que casi muere por  crecer.

Yo soy la Vida que siempre quiere tanto
Yo soy la Vida que encuentrase en acalanto
Yo soy la Vida que corre su pranto
Yo soy la Vida que carcajada com asombro.

Yo soy la Vida que camina en el tiempo
Yo soy la Vida que trae el contento
Yo soy la Vida que es fugaz momento
Yo soy la Vida que de la Vida es retoño

Yo soy la Vida que es la vida de la personas
Yo soy la Vida que es riesgo consciente
Yo soy la Vida que hacía sólo adelante
You soy la Vida, Soy pra Siempre.
                ..................................

Lucas Montenegro:
É Músico.
É Estudante de Psicologia.
É Carioca.
É autor do blogue:  http://palavraaovivo.blogspot.com

terça-feira, 7 de maio de 2013

Maio de Mãe de Maria.


Texto de: José Maria Souza Costa.


Mãe.
Eu não tenho mais a minha. E você, tem a sua ?
A minha, era minha amiga. Meu confessionário. Meu porto. Meu cais. Minha âncora.
Meu todo. Minha luz. Minha guia. Meu ponto de referência, neste caminhar de Vida.
Não teve irmãos. Teve somente dois tios. Acolheu-os,  até o último suspiro. Religiosa.
Escancarava a casa pobre, aos meus amigos e dos meus irmãos. Sorria. Dançava.
Ensinou-me a dançar boleros, valsas,  e sambas. Cantava.
Adorava sair fantasiada de mascarada, nas festas carnavalescas. 
Não era rica.
Nem arremediada. Era uma paupérrima. Mas, Digna e Honrada.
Lavadeira de roupas, em uma tábua, na beira do Rio Mearim, no interior do Estado do Maranhão.
Artesã, fazia todos os meus chapéus. De todos os modelos e do jeito que eu desenhava.
De pano ! De palha ! De papel. De folhas de palmeiras. Do modelo Panamá. Rendeira.
Bordadeira. Costureira.
Me fez entender cedo que precisaríamos estudar, senão não chegaríamos em lugar nenhum.
Eu, e os meus irmãos, acordava-nos à 05 horas da manhã,
Acendia a lamparina da cozinha e mandava -nos preparar a lição.
Pedia, para lutarmos pela nossa independência social. Não queria ser envergonhada.
Dizia, não querer nenhuma recompensa financeira, apenas, que fossemos cidadãos do bem.
Formou todos os filhos. Somos cinco. Só não tem Curso Superior entre nós quem não quis ou não quer
Meu irmão mais moço, é Maestro do Exército Brasileiro.
Hoje, com a sua perda, os meus dias nunca mais foram os mesmos.
Há 07 anos, perdi o meu todo, por que o MEU TUDO, foi-se embora.
E depois desse tempo, é a primeira vez que retorno  ao Estado do Maranhão.
 Envolvo-me, com o véu da tristeza e os edredons da Saudade. Saudades.
 Por que, a encontrarei apenas no silêncio do Campo Santo, ou pendurada em um quadro na parede .
Saudade. Saudades.
A imagem que carrego comigo, é, ela na porta sorridente, esperando-me com os braços abertos, em minha chegada.
Hoje, somente recordações  de um tempo de felicidade, amizade, companheirismo com infindas recordações.
 Imortal para mim. Maria Sousa Costa. Eternizada, nos corações dos meus irmãos. Ainda uma vez, sem Adeus.
........................

españa.

Madre.
No tengo la mía. Y uested, tienes el su ?
La mía, era mi amigo. Mi confesión. Mi puerto. Mi muelle. Mi ancla.
Toda mi. Mi luz. Mi guía. Mi punto de referencia en este aspecto de la vida.
No tenía hermanos. Sólo tenía dos tíos. Acogeu, hasta el último aliento. Religiosa.
Abría  la casa pobre, los mis amigos y del mis hermanos. Sonríe. Bailava.
Él me enseñó a bailar boleros, valses y  zambas. 
Cantaban.
Adoraba
salir en traje de mascarada, en las fiestas de carnaval. 
No era rico. No arremediada.
Era pobre. Pero, Digno y Honorable.
Lavandera de ropa, en un tablero, en orla del Río Mearim, dentro del Estado de Maranhão.
Artisan, hacía todos mis sombreros. De todos los modelos y la forma en que deseava.
De Tela!
De Paja! De Papel. De hojas de palma. Del modelo Panamá. Encajera. Embroiderer. Costurera.
Me hizo darme cuenta, de que tendríamos que estudiar, pero no llegará en cualquier lugar.
Yo y mis hermanos, despertamos a 05 horas de la mañana, y cón la luz de la cocina y nos mandaron a preparar la lección.
Pedía para  luchar por nuestra independencia social. No quiería ser avergonzado.
Dijo, pues no quería ninguna recompensa económica, sólo quería que fossemos ciudadanos de bien.
Formou todos los niños. Somos cinco. Eso sí, no se han estudiado entre nosotros que no quieren o no quieren.
Mi hermano menor, es Maestro Ejército Brasileño. Hoy, con su pérdida, mis días no son los mismos.
Hace 07 años, perdí todo, por qué el mi TODO, se fue, y después de ese tiempo, es la primera vez que volvamos al Estado del Maranhão.
Me rodeo con el velo de tristeza y añoranza de los edredones de la nostalgia.
Por qué,  encontrarer solamente el silencio del Campo Santo, o colgado en un marco en la pared.

Nostalgia.
La imagen que llevo conmigo, ella está sonriendo a la puerta,
Esperándome con los brazos abiertos, a mi llegada.
Hoy en día, sólo recuerdos de una época de felicidad, la amistad, el compañerismo con un sinfín de recuerdos. Immortal para mí. Maria Sousa Costa.
 
Inmortalizada en los corazones de mis hermanos. Una vez más, no adiós.
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italy

Mamma
Io non ho il mio. E hai la tua?
Il mio, era un mio amico. Il mio confessionale. Il mio porto. Il mio molo. La mia ancora.
Tutta la mia. La mia luce. La mia guida.
Il mio punto di riferimento in questo ambito della vita.
Non aveva fratelli. Aveva solo due zii. Li ha accolti, fino all'ultimo respiro.
Religiosi. Sbadigliato la povera casa, i miei amici ei miei fratelli. Sorridere.
Ballato. Mi ha insegnato a ballare bolero, valzer e samba. 
Cantavano.
Amava uscire in mascherata in costume, feste di carnevale. 
Non era ricco.
Non arremediada.
Era un povero. Ma, degno e onorevole.
Vestiti lavandaia in una scheda, sul Rio Mearim, all'interno dello Stato del Maranhão.
Artisan, hanno fatto tutti i miei cappelli. Di tutti i modelli e il modo ho disegnato.
Panno! Straw! Paper.Foglie di palma. Modello Panama. Merlettaia. Ricamatore.
Sarta. 
Mi ha fatto capire fin da subito che ci sarebbe bisogno di studiare, ma non è arrivato da nessuna parte.
Io ei miei fratelli, ci siamo svegliati a 05-ore del mattino, la luce dalla cucina e ci ha inviato a preparare la lezione.
Ha chiesto di lottare per la nostra indipendenza sociale.
Non avete voglia di essere imbarazzato.
Dicevamo, non volendo alcuna ricompensa finanziaria, solo che eravamo cittadini di buona. Formata tutti i bambini. Siamo cinque. Basta non aver studiato tra noi che non vogliono o non vogliono.
Mio fratello minore è Maestro Esercito brasiliano.
Oggi, con la loro perdita, i miei giorni non sono mai le stesse. 
07 anni fa, ho perso il mio tutto, perché il mio tutto, è andato via, e dopo quel tempo, è la prima volta che ritorno allo Stato di Maranhão. Mi circondo con il velo di tristezza e nostalgia dei piumini. Miss Perché, solo per scoprire il silenzio del Campo Santo, o appeso in una cornice sul muro. Nostalgia.  L'immagine che porto con me, è lei sorridendo alla porta, che mi aspetta a braccia aperte, al mio arrivo. Oggi, solo i ricordi di un momento di felicità, amicizia, compagnia con infiniti ricordi. Immortale per me. Maria Sousa Costa. Immortalato nel cuore dei miei fratelli. Ancora una volta, nessun addio.
     

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Angústia.

Texto do Professor Arariense: Adenildo Bezerra.

Humanos morrendo de fome.Terrorismos sem justificavas, e as vítimas, todas sempre inocentes. Violência, que só aumenta, devido à impunidade que a alimenta.Coisas banais que dilaceram o meu coração, rasgando o meu peito, e, fazendo-me chorar.
A minha angústia é latente, deixa-me descrente.
Em quem confiar?
O Nordeste adusto, seca malvada, que sucumbe a vida.
Índios  sem terra, com a identidade violada.Outros, em uma vida inadequada, feridas sociais abertas, que não fecham. Outros, vítimas do analfabetismo, com a dignidade arranhada, vergonha nossa de cada dia. Coisas que me angustiam, viver à revelia, buscando um lugar ao sol.
O sol nasce para todos, mas a ganância extrema, também me angustia.
Minha angústia é a corrupção, que rouba o pão que alimentaria a Nação.
A condição do professor, sem o devido valor, é o bode expiatório de uma conjuntura que o leva a loucura, deixando-lhe angustiado.
Ver o Ter superar o Ser, é angustiante. Vivemos de aparência, esquecemos a essência, e adoecemos a alma!
Árvores ao chão, biodiversidade ameaçada,  má condição ambiental, que me assusta, causa-me angústia. Angústia em ver a Terra ameaçada, o homo sapiens demente.
O que será daqui para frente ?

ESPAÑOL

Humano moríendo de hambre. Terrorismo sin justificación, y las víctimas, todo siempre inocente.  Violencia, que sólo aumenta, debido a la impunidad que alimenta. Cosas banales que desgarran el corazón, rasgando mi pecho y me hacendo  llorar .
Mi angustia es latente, me hace desacreditado.
En quién confiar?
El noreste adust, mal seco, la vida sucumbe.
Indígenas, sin tierra, con los identidad violada.Outros de identidad,  en una vida inadecuadas, heridas sociales abiertas, no cerradas.  Otros, víctimas de analfabetismo, con la dignidad arañada, vergüeza  nuestra de cada día. Cosas que me angustia, viviendo en rebeldía , en busca de un lugar en el sol.
El sol nace para todos, pero la codicia extrema, también me angustia.
Mi angustia es la corrupción, que  robo el  pan, que alimentaria  la Nación.
La situación del Personal docente, sin el valor adecuado, es el chivo expiatorio de una  situación que conduce a la locura, dejándolo angustiado.
Ver Superado el Ser, es angustiante. Vivimos de apariencia, olvidamos la  esencia, y enfermamos el alma !
Árboles en el suelo, la biodiversidad amenazada, mal estado del medio ambiente, me  asusto, me causan angustia.  Angustia para ver la tierra en peligro de extinción, homo sapiens loco.
¿Cuál será el futuro?

ITALY

Fame umana. Terrorismo senza giustificazione, e le vittime, tutte sempre innocente.  Violenza, che aumenta solo per l'impunità che alimenta. Cose banali che lacerano il mio cuore, rasgando mio petto e mi fa piangere.
La mia angoscia è latente, mi rende scettico.
Di chi fidarsi?
Il Nordest adust, male secco, vita soccombe.
Indiani, senza terra, con le violada.Outros di identità,  in una vita inadeguate ferite sociali aperte, non chiuse.  Altri, vittime di analfabetismo, con la dignità graffiato, vergogna della nostra vita quotidiana.  cose che mi angoscia, vivendo in contumacia , in cerca di un posto al sole.
Il sole sorge per tutti, ma anche estrema avidità mi angoscia.
La mia angoscia è la corruzione, il furto di pane per sfamare la Nazione.
Lo status degli insegnanti, senza il giusto valore, è il capro espiatorio di una  situazione che porta alla follia, lasciandolo in difficoltà.
Visualizza Superata la Ser, è angosciante. Viviamo aspetto, dimenticare l'  essenza, l'anima sono malati!
Gli alberi a terra, minacciata biodiversità, cattive condizioni ambientali, mi  spaventa, mi provocano angoscia. L'angoscia di vedere la terra in pericolo, l'homo sapiens folle.
Che cosa sarà andare avanti?