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domingo, 29 de abril de 2012

CAMINHANDO E Caminhando


de: Jose Maria Souza Costa
 
 

Não serei o seu terno, e muito menos  sua gravata, essa  coisa fashion, que circunda a retina e arrebanta os desejos e assanha os sonhos. Prefiro ser essa camisa, que voa na direção de um corpo qualquer, e desliza como fosse um barquinho de papel, agitado pela correnteza da liberdade. Este chambre, que cobre-me de paz, que não deixa-se incomodar com o prostibulo das negras nuvens, mesmo consciente, que vai-se pertubar em um corpo estranho.
 
Aquele que pertuba-se, por que não consegue desviar-se das tropegas pernas, é cioso que os senhos hão de prostituir-se, para que o corpo possa despertar.
Não deixe  a alma ser assim. O tempo que sopra por uma janela, é  o mesmo que faz-se carregar pelo vento  da liberdade, e sacode as ribanceiras que atravessam a paciência em um vilarejo.
 
O que é mais vital em uma vida, que a liberdade ?
 
Faça do seu olhar um cais, e do brilho nos olhos, um xote, e permita desaguar no tempo a sensualidade dos momentos que os braços, abraçarão a voz  de quem não deixou cheiro em sua cama.
Somos a tese que entornas, em suas apostas, se estás presas, apressa-te, e a que horas, você voltas ?
 
Por que fazer o bem, custa desprezo ?
 
A janela vaza o olhar, assim como a camisa agarra-se ao aromatico do ser, para fantasiar-se e exibir-se, às narinas femininas, que borram os sorrisos  com a textura de um suspiro. Escutas, de leve, eu te acenava  em silêncio. Por que até mesmo a mais sutil melodia, há de reluzir paralelo a ti, para que haja liberdade e cor.
 
Eu sou a tua liberdade brilhante, bailando em sua retina em movimento. Ou a correnteza vazante, saculejante que segue adiante, sem gravata, sem bravata, que corre, cora e decora os ares das madrugadas, amadas, talhadas em liberdade.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Tu Ris



de: José Maria Souza Costa




Ensopas o meu colo, e assim, posso costurar com a sua linha, o pulsar da minha veia. Desvirginas, o meu cio, sem borrares a minha teia. E derramas o teu aroma, sem desarrumares a cama, que incendiada clama pela tua vinha, sem fazeres alardes, ainda que ardes, o reluzir do olhar, enfim...


Invade-me, com o teu balé de coxas contemplando o céu, e rasgando o véu com o vento. Cantas preguiçosa a tua rima, e gemes desvairada enrolada em tua sina. Agarra-se, as fronhas do teu movimento, e afoga-se em risos de contentamento; misturados nos gemidos de prazeres que derramas, alimentando a tua vinha.


terça-feira, 10 de abril de 2012

CACHOEIRAS, do faz-me-rir.


de: José Maria Souza Costa.



Fernandinho Beira Mar, é um brasileiro, que está trancafiado, em um Presídio de Segurança Máxima, em um canto qualquer, deste Brasil.

Motivo: tráfico de drogas, tráfico de armas, patrocínio ao jogo de bicho, alienação com as máquinas de caça-niquéis, contravenções, enfim, assassinatos e crimes de todas as formas, fórmulas e bulas anárquicas sanguinárias, que permeiam nesta Pátria Mãe Gentil, desde de que cá, Cabral, ancorou as suas caravelas.

Carlinhos Cachoeira, é um empresário do Estado de Goias, brasileiro tal qual Fernandinho Beira Mar, que rabiscou a vida empresarial em duas laudas.

Na primeira: Montou e legalizou alguns empreendimentos, como por exemplo: Universidades e Laboratórios Químicos, etc., etc.

Na segunda Lauda: O curriculum desse cidadão, é tal qual o do doutor criminoso, Fernandinho Beira Mar, com alguns adendos. O contraventor goiano, é patrocinado, e "pai-trocinador" de Senadores da Republica e Deputados: Federal e Estadual, nesta Federação Tupiniquim. Quem afirma isto, é a Policia Federal, orgão na qual, o bicheiro goiano, conseguiu introduzir um informante, fantasiado de policial . Mas, todos foram grampeados na chamada Operação Monte Carlo.

As águas da Cachoeira do Carlinhos, bateu também às portas da Casa Civil, do Governador do Estado de Goias, e a Justiça, mostra-se, lerda  e  carrancuda, com esse oceano  " carlianiano", lambendo a bunda desses acróticos engravatados, arrogantes, dissimulados e criminosos organizados, que são legitimados, pelo Voto Popular.

Enquanto isso, o Lixeiro, berra na esquina, com a Voz Rouca:

- Aonde, difere o curriculum do Senador Demóstenes Torres, de alguns deputados Federal e Estadual, do Gabinete do Governador do Estado de Goias, e do contraventor Carlinhos Cachoeira, para o do "doutor criminoso" Fernandinho Beira Mar ?

- Só a cor da pele, ou a marca da gravata, não vale, :- diz, irritado, o Lixeiro.

Certamente, nesses joãozinho do passo certo, a Cachoeira do crime organizado, inunda e envergonha, a Republiqueta do Faz-Me-Rir.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pra quê, serve as amizades ?



de: José Maria Souza Costa




Como nascem as amizades ?
Com qual interesse uma pessoa, recruta a amizade de uma outra pessoa ? Como essas pessoas, respeitam-se, dentro de um limite que não agride a intimidade, ou a opinião, de uma outra ? Por que existem ciúmes, diz - que - diz  de terceiros, quando percebem, que uma amizade deslumbra mais que outra?  É verdade ?

Afinal, o que é Amizade ?

Quais, são as paralelas, da Amizade ?

Ah, convenhamos, nessas paralelas também devem desfilarem os maldosos, os que vêem e enxergam maldades e malícias em tudo, os recalcados, os maus amados, os rancorosos de alma, mentes, pensamentos e comportamentos.
O frenético, o esquizofrenético assanhado, esses não possuem  Paz, não goza de um imaginário plural, e muito menos de um gesto de nobreza, por que não possui amizades. Nesses, o ego-centrismo permeia em uma alma desgraçada, frustada e dilacerada.

Como nascem as amizades, e pra quê  serve, esse relacionamento de afabilidade
?