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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Nota de Agradecimento


de: José Maria Souza Costa


A cada um de vós que estais nesta NAU, o meu profundo sentimento de gratidão.
Certamente, desbravaremos juntos e misturados, esse (a) Mar de sedução, e ancoraremos, no pier da amizade e do contentamento.
A cada um de vós, que em 2011 comentou neste Espaço; o meu delírio, o meu aplauso, e o meu prazer.
Aos que não puderam e não quiseram comentar, aos anônimos; o meu sentimento de respeito e compreensão.

Espero todos cá, em 2012, convergindo e divergindo das minhas idéias. Mas, de uma coisa, sinto orgulho, jamais deletei quaisquer que fosse o comentário, ainda que este, não embriagasse a minha vaidade. Sempre respeitaremos as opiniões, é a filosofia deste blogue. Não criminalizamos, e não compactuamos com descriminações de quaisquer especie. Somos simples, simplório e desprovido de uma linguagem Acadêmica, não temos interesse nisso. Valorizamos o cidadão, a cidadã, a jovem, o jovem, enfim, valorizamos muito, a pessoa humana.

Outra vez de cá, o meu Sagrado voto de um 2012: com alegrias, PAZ com os vizinhos, pipocas, namoros mil, felicidades, risos e sorrisos, gargalhadas, muita comida, harmonia familiar, dinheiro o suficiente para fazer-se feliz, beijos no vovô, na vovó, no cachorrinho, no gato, no papagaio, e muita, muita música. Afinal, nesse balé de quimeras, a Outra alma, sempre flerta, e nos convida a bailar.


Voltaremos a postar no dia 02 de janeiro de 2012.
Em cada um, Outro cheiro, na Alma.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ponto de Interrogação.




de: José Maria Souza Costa

Estamos na semana do Natal. Luzes, cores, festa e fingimento.
Pelas ruas, agitações, correrias, lojas abarrotadas de gente,
Sorrisos frouxos, agonizantes, desesperados e destemperados.
Todas as pessoas lhes desejando um Feliz Natal.

Agora, pare e pense:
- O que teremos feito de bom, e benéfico, a Outros, nos demais Onze meses, que antecede, esta, que é a maior festa, do povo Cristão ?


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Parasita Sentimental




de: Ricardo d'Atlas
      RG 22988



........... Hoje em dia, a pessoa, não tem mais interesse em uma Outra pessoa.
Mas, sim, no que uma Outra pessoa, está disposta, à oferecer-lhe, ou propocionar.

sábado, 10 de dezembro de 2011

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FINS


de:  Cleilson Fernandes


Estou vindo e indo, levando...
Vem chegando o final,
Contraditório recomeço, 
Afinal, o mundo é um moinho, 
É redondo, e o tempo é um mal
Necessário, bem vindo ou intruso
Há um começo, há um final
De vida, de morte, de sorte
Sei lá... Vou girando e vivendo
Pois viver é fatal e morrer é normal.

O mundo: 360 graus,
Se o céu é uma escada, quero meu degrau,
Viver é uma roda, não sou eu sinal.



De Cleilson Fernandes, à amiga Rossana Sousa (SLZ) e ao amigo José Maria Costa (SP)
Postado no Facebook (/cleilsonfernandes) em 08 Dez. 2011


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

MUITO ALÉM, DA MARGEM DO RISO


de: José Maria Souza Costa


Dia 10, comemora-se ( ou comemorou-se), o Dia do Palhaço. Sim, o Rei do riso, do oriundo de palhas, daqueles das calças folgadas, soltas, frouxas e coloridas. Diz-se, que palhaço não chora. Logo, não há, nem lágrimas e muito menos dor. Somente e tão somente, zombeteiros e gargalhadas.

Neste Circo que chamamos de Vida, o Picadeiro, é enfeitado de gritos, berros, assovios, e assim, faz-se um mundo de felicidades sob a lona. Nesse mundo fantasioso do contentamento, o que vale é a pulsação forte do deslumbro e da fantasia.

Nós que somos crianças, e alimentamos as nossas quimeras com tinta, batom, enfim, quaisquer tipo de maquiagem, inspiramo-nos, nesse personagem milenar, que repito, endeusou o riso, a fanfarrice e manipula o cenário do nosso imaginário.

Ruim, são todos aqueles que teem a pretensão em substitui-los. Ai, tudo mistura-se, decanta-se, desencanta-se, e aquilo que outrora, era simplescidade e encanto, transforma-se no anárquico, no avacalhado e imoral. E nesse rebuceteio de esquisitice, eis que surgem os nossos eternos e profissionais políticos. Fantasiam-se, como tal nas Casas, Alta ou Baixa. Para alguns, o que importa é, "palhaçar."  Mas, esses, são "taxados" de palhaços, não pelas artes que desenvolvem, e sim, por conseguirem " roerem" a Moral e os bons costumes de uma sociedade.
Às vezes, "aplacar" esses roedores de palhaços, é ferir e agredir e Rei do riso.

Entendo sim, que cada um, em seu devido lugar.
Ao Rei do riso, aplausos no Picadeiro, e aos roedores, ratoeiras ou tornozeleiras eletrônicas.
Aos palhaços, a esse artista sensível, que fantasia-se de palhaço, neste dia 10 de Dezembro, os nosso eternos aplausos, e que essa figura infanto-secular,  jamais deixem de existirem.


sábado, 3 de dezembro de 2011

CANÇÃO DE FIM DE TARDE



de: José Maria Souza Costa


Às vezes o tempo exige paciência e maturidade. Porém, que viveu lado a lado, entristeceu-se com o parto, e tem-se a mania, que o outro ou a outra, não consegue  deleitar-se com uma alma mais amável, mais sensível e mais amante.
Então, desenrole aquela velha folha de papel amassada  que guardaste no fundo do bau de suas lembranças, e leia, quem são os seus melhores amigos. Será, que são os mesmos de quinze ou vinte anos, atrás ? Tente recordar, das suas canções preferidas. Será, que são as mesmas, ouvidas em sua velha e tão distante infância ?
Da janela do tempo, ponho-me a namorar, com o aroma do passatempo, de um fim de tarde.

Tudo retrata o passado.
A lentidão, é uma mescla de saudade e ilusão, se é que o tempo, resiste à sua ausência. Dá-se a impressão que o tempo é um "ente" desalmado. Ele incendeia sentimentos, almas e corações, ainda assim, parece que o sistema engloba-se nesse descontentamento de desconforto.
A janela parece ser uma terapia. Olha-se para o lado de lá, olha-se para o lado de cá, como quem busca um delito, que não pode ser nem meu, e nem seu, ainda que, da mesma janela, perceba-se uma finda primavera.
Pois é.....
.............traga um gole de uma canção que não seja de melancolia, e que possa explodir, nas tardes do meu coração.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

CAMINHOS CRUZADOS


de: José Maria Souza Costa


A minha alma canta e dança, quando te vê,
E o meu sorriso, espalha-se, de contentamento.
O meu delírio, invade  a sensação, de te querer,
E a minha sede, afoga-se, no desvario de um lamento.

O meu abraço, morre de desejo de você, num só destino,

E traduz palavras frias, em lamentáveis queixas.
A minha alma canta e dança, desalinhada em desatino,
Deslumbrada com o aroma, que os teus poros, deixas.

A minha alma, e o meu desejo de querer ser

Boleros dançantes, em salões de Eu e Você.