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terça-feira, 27 de setembro de 2011

O APLAUSO DA ESCULHAMBAÇÃO



de: José Maria Souza Costa

Ponto 1

A Organização Mundial de Saúde, diz que a Cidade do Rio de Janeiro, tem o ar, mais poluído no Brasil.
A Cidade Carioca, levou a medalha de Ouro, e deixou Cubatão(SP) com a prata, Campinas (SP), com o bronze, e a Capital paulistana, ficou com a medalha de lata, nesse campeonato de desfaçatez e do faz-me rir.
 E eu, embriagado em minha inocência, imaginando que a grande premiada fosse Brasília !
Afinal, com José Sarney, Fernando Collor, Renan Calheiros, Romero Jucá, toda essa gente junta e misturada na Capital Federal, certamente não existe AR, que resista. Mas, enganei-me redondamente como cantou o poeta.  A Cidade do Rio de Janeiro, tem o Cabral, que prende bombeiros, e entregou a beleza Carioca à delinquentes e milicianos. Eu sei, esse Cabral, é danado. Com uma só canetada, ele conseguiu aplaudi e legalizar a esculhambação.

Ponto 2


Só para lembrar, que segundo a OIT ( Organização Internacional do Trabalho ) 200 milhões de pessoas estam desempregadas.
O desemprego, constrange a dignidade e alimenta, fortalece e patrocina  a miséria.

Ponto 3


Em um Hospital na Cidade do Rio de Janeiro, uma senhora foi colocada na geladeira do IML, e dada como morta. Quando a filha foi fazer o reconhecimento do corpo, ela mexe-se, quando esta abriu a porta da geladeira
Esta é a Pátria Mãe gentil, que verás que um filho teu não foge à luta.
É para orar ou chorar ?



terça-feira, 20 de setembro de 2011

É PRIMAVERA... é tempo de Amar.


de: José Maria Souza Costa


Quão perfumado é o desejo de uma idade exposta em cores, que avassala o tempo, e administra os ensejos.
A Primavera, sempre será, o leme das flores.

A Rosa, o perfume da rosa.
Os olhares fulgentes na direção das flores, o fulcro de  uma linha partida, rumo a um sonho, que prolonga-se com a Primazia do Amor.
A Primavera, será sempre, um tempo de cores, flores e sabores.


Árvores floridas, coloridas,
Frutos sadios, umedecidos.
um jardim florido-comovido,
Em cores vivas e desinibidas.
     

sábado, 17 de setembro de 2011

VALSANDO COM AS RECORDAÇÕES



de: José Maria Souza Costa

Iniciei escrevendo este texto ouvindo a música " Samba em Prelúdio " de Vinícius de Moraes, e Baden Powell.

Baden, é um dos melhores violonista que esta Pátria Mãe gentil já pariu, e Vinícius, o ex-diplomata e eterno poetinha, dispensa qualquer apresentação.
De repente, voltei à minha adolescencia, e busquei na memória, qual teria sido a primeira música que ouvi, desde que tive consciência de memorizar fatos
Em minha casa, ouvíamos muito rádio, a minha mãe, ouvia novelas pelo rádio, recordo bem disso.
E naquela longinqua década de 70, estava ouvindo um programa matinal, que levava o nome de "Quem Manda é Você", quando o apresentador berrou: " pra vocês na voz de Maria Bethânia, de Chico  Buarque de Hollanda, a música OLHOS NOS OLHOS.

Não é a minha musica predileta. Mas, o autor está entre os três que eu mais ouço, ao lado de Tom Jobim e Elis Regina.
Foi nesse clima de MPB, que atravessei a minha infância adolescencia, escola-faculdade, captei amizades, e em minha concepção, aprendi a diferenciar o qualitativo: do oportunismo, do brejeiro, da cafonice, da breguice, do modismo e do faz- me rir
O aplauso, existe para a saudação, para a elevação da alma e para energizar o talento, o que se difere e muito da barulheira, da gritaria, do zombeteio e da anarquia.
É natural, cada um possui o seu estilo musical, simpatizamos com ele, na verdade o que vale, é deixar a alma flutuar embriagada na vaidade, e assim a quimera do riso levita, caminha e baila.

  " ... os meus braços precisam dos teus
     teus abraços precisam dos meus
     tenho os olhos cansados de olhar para o além.
         Vem ver a vida,
          Sem você, meu amor, eu não sou ninguém ... "


estes versos são  da música Samba em Prelúdio.


As rosas, os olhares, os desejos, as palavras, o perfume das rosas, as palavras desejadas que deletam do nosso sentido, o outro lado amigo do olhar, ainda que visto do outro lado da margem angular do deboche, todo esse clima, essa sedução de imaginação, é que faz construirmos o nosso lirismo musical.
A estação do tempo, a espera do par, os passos largos agitados, o observar à distancia, é essa coisa salutar do desvairo, que alimenta a beleza do imaginário e, acolhe o recomendável.

Certamente que as rimas da vida, as métricas de um coração, ou a lírica de um sonho, passa por uma  leve musica ou uma bela canção.

Afinal, nesse mar de contentamento, o "pier'  é o ancoradouro, quando a cabeça encontra-se com um juízo equilibrado e sensato.

Ouça a sua musica, cante ou cantarole a sua canção, e deguste o prazer de navegar com o seu imaginário


terça-feira, 13 de setembro de 2011

A FACE OCULTA DOS ANÔNIMOS



de: José Maria Souza Costa


A face do medo, o rosto da insensatez, os arranjos da desfaçatez, ou os rabiscos da anarquia, é a sinfonia que compõe o mundo paroquial dos anônimos, que escondem-se atraz do anonimato.

Isso mesmo, os que camuflam-se sob a sombra da zombaria, do riso frouxo, do olhar garboso da maldade, e afoga-se na insensatez, e legaliza a mentira, a calúnia e distorcendo a verdade, agride os de boa índole, e dá-se o direito de estuprar, aquilo que é sensato.

Por que, escondem-se os anônimos ?

- Por que, são anônimos ?

Por que, lhes falta coragem ou por que teem medo do Sol ?

- Ou por que, apavoram-se com o Sal da alma ?

- Ou por que na alma, lhes pesa o ranço da frustração, e este vê-se obrigado a embeber-se, das fadigas que os cueiros infantis lhes propuseram ?

E assim, eles vão e vem, sem expor suas assinaturas, submergindo em suas pieguices, e zombando de seus zombeteios, imaginando-se, zombar de tantos.

Nesse  rebuceteio de mediocridade, que navega pela agressividade gratuita dos pichadores, sem assinar o que picha, poderíamos imaginar que a esculhabação seria legitima, se a tolice convergisse, com a sensatez.
Mostre a sua cara.



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

PARA QUÊ SERVE, POLITICOS ?


de: José Maria Souza Costa

Afinal, para quê servem os políticos, verde e amarelos ?

- para corroborar, com as travessuras biquinitantes da Jaqueline Roriz, e a sua Caixa de Pandora, com os seus 265, apaniguados seguidores ?
- ou para aplaudir a desfaçatez do camaleônico presidente do Senado Federal, dotô, Zé Sarney.
- ou para assaltar o erário publico, conduzindo nas meias, cuecas, etecetera, etecetera, etecetera.?
- ou para roer, o helicoptero da Policia Militar, no Estado do Maranhão ?
- ou para proteger o Presidente da CBF, o dotô, Ricardo Teixeira ?
- ou para zombar do povo pobre e trabalhador ?
- ou para pousarem farsantemente, de paladinos da moral e dos bons costumes ?
- ou para transformarem Brasília, em uma promiscuidade cavalar ?

Há muito o Congresso Nacional, perdeu a sintonia com a população. É uma entidade corporativista, navegante na corrupção, com  retrocesso de pensamento, e um verdadeiro esconderijo de senhores e senhoras-senhoritas, de más concepções.
Qualquer assento sanitário, é mais saudável, que os bastidores da politica Nacional. Vejamos cá em São Paulo, onde o PSDB do Serra e do FHC, fazem do Estado uma Faixa de Gaza.

Cá no Brasil, quem legisla é o Judiciário, que ainda tem que analizar a Folha Corrida de inúmeros congresseiros, e com isso sobregarrega-se, por que em muitos casos, tem que exercer o papel que seria da Policia Civil (investigar) e, mandar para a cadeia bandidos e delinquentes vulgares, entornados em paletós e gravatas de seda.

Sendo assim, para quê, servem os políticos ?

Essa gente politiqueira, que sobrevivem da chantagem, do fogo amigo, do" promecê", do profissionalismo palanqueiro, não possuem nenhum sentimento de respeito pelo cidadão trabalhador, que cotidianamente é sugado por esses vermes, que aprendem solidariamente a conjulgar em todos os modos o verbo ROUBAR.

Esses farsantes gambás, certamente farão do ano de 2012, um recital de enrolação, ou um atentados aos ouvidos das pessoas do bem.

Com certeza, o meu, e o seu Maranhão, que é comparado ao rabo de um jumento, em uma carroça cuja locomotiva   é puxada por uma égua, certamente repousará bigodes, abusos, absurdos, anedotas temperadas ao sabor da carnes moídas com vinagreiras e leviandades. É o que há de mais vil, na Republiqueta das biscates, protetoras da noite.

Prostituidão infantil, trafico de influencia, lavagem de dinheiro, o crime organizado, assassinatos. Afinal, em qual dessas mazelas citadas, a classe politica não serve de paisagem, ou moldura para esse quadro ?

Ainda que a primavera seja com lágrimas, e o riso debochado afogado em desfaçatez, haverá sempre uma temática musical, para endeusar barbas, gravatas, bigodes bem feitos e paletós, bem cortados, para fomentar a patota politica tupiniquim. Senão o suspensol do escárnio, não cai na cara do povo, ou não gradua-se em deliquencia a próxima geração do Coronel Timbira.