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sábado, 30 de julho de 2011

MONÓLOGO DE UM ADOLESCENTE



de: José Maria Souza Costa

Hoje, eu vou sair pela boemia com os meus anseios, buscando os beijos, e removendo das bocas que me recusaram, a rotina dos pesares, que bem poderia aparecer para deslumbrar os sentimentos, até por que jamais haverá você sem mim, e Eu sem você.

Viver sem ter amor, não é viver. Como diz  poeta,  "abra os teus braços, por que os meus abraços precisam cruzar com os teus", e com isso você vai, você vem, e nesse vai e vem, pergunta-se: - pra quê ?
Ah, eu sonho demais por você, e sabes que isso é uma coisa triste, se partires ou se o Amor morrer.

Ah, o sorriso, a boca, o aroma da boca, o cheiro do sorriso, a alegria, tudo se mistura no dia a dia, e agente se convida para dançar. Isso mesmo, dançarmos agarrados, juntos, quer seja samba, salsa ou chá...chá...chá.

Com isso o coração bate forte, como  se fosse um bumbo cadenciando a música, tal qual uma escola de Samba. E nessa passarela de sedução, serei sempre um passista para o seu coração.

E assim escorrego em meus passos, o que faz-me delirar nessa magia de sempre termos tempo para as emoções.

Somos todos meninos e meninas, adolescentes sim, que sonhamos e  sabemos, que as palavras não tem nem cheiro e nem cor, para que possamos proclamar o Amor.

Eu sem você, não sei nem chorar, sou uma nau sem vela, ou um céu sem o luar. Mas, de uma coisa  temos certeza, sempre existirá uma noite para aplaudir a Serenata.

Afinal, somos todos meninas e meninos adolescentes, navegando pelos sonhos juvenis.


terça-feira, 26 de julho de 2011

CRÔNICA DE UMA NORTE ANUNCIADA





de: José María Souza Costa

Um trago, um gole , mais uma tragada e uma outra farra. Nas narinas, um fumacê rodopiando, por que a juventude imagina que tudo pode, até mesmo beijar a morte pelos acorde de um porre.

O álcool, o ópio, o crack, a cocaína, esse rosário ilusionário escancarado à juventude avança, por que esta apresenta-se tropega, como se fosse órfã, covarde, avacalhada, sem rumo, desorientada, sem mantra, sem ideal, afobada e afogada em suas mantucas.

Um menino sorrir, um outro canta, um outro rebola, debocha, um outro, abusa do reabusar, e assim eles chegam à fama , e sobe aos degraus do populesco, sonhando, desvairando-se,  sob aplausos oportunistas, mesclando olhares esquisitos e pensamentos estuprados, dormentes, sem nenhum amparo psico Educacional.

O álcool, o ópio, o crack, a cocaína, é a via dolorosa rumo ao fracasso, à frustração e ao óbito. Ao jovem cabe virar o olhar pela vida, para o angulo da felicidade, e lapisar os seus desejos, ainda que seja em uma simples folha de papel amarrotado.

Alguns abrevia a própria vida, por imaginar que o glamour, é a face bizarra dos escândalos. A esses manuéis-de-barro, que acha engraçado ser indecente, imoral, indecoroso, nada lhe resta, senão abraçar-se à sua deusa "Drogas", e fincar-se sepultura abaixo, ainda que seja um artista ou um joão-ninguém.

E assim, nesse enredo com autoria, como terias o que querias, faz-me crer, que logo logo, se compará maconha em tabacarias.

Ponto Final

      

sábado, 23 de julho de 2011

PROFESSORES



de: José María Souza Costa


Quando o reluzir das letras,explodem com o saber,

E o brilhar dos olhares emboscados, a lapijar fatal.
Esse amante dos rabiscos se envaidece, só em querer
Ensinar: a ler e escrever, soletrando contando magistral.

E em voz rouca, ante a multidão de sonhadores,

Com uma lápide de giz, e a velha bata decantada,
Expõe no quadro verde, tal redatores, os seus sabores
De um mundo mágico em sabedorias, idem revelada.

Amado-amante, de uma escrita singular, e profitente,

Desbravador motivacional, em páginas de desejos íntimos
Borrados, pela leniência de um servir a tantos, contente.

Pluralista em pensamentos, quão afável, um desmitificador.

Por eles passam os nossos filhos, e a alegria como esperança
De um caminhar brilhante, retratado na magia de um professor.



quinta-feira, 14 de julho de 2011

CRÔNICA DE UM ADOLESCENTE



de:  José María Souza Costa


Menina ! ondes estão os teus olhos negros ? Aonde está a tua áurea, a tua realeza, a tua voz que encanta-me tanto, e o teu rosto Angelical,  Princesa ?
Menina... menina !  a Luz dos teus olhos me domina. O aroma da tua pele, me fascina. Imagina. O teu cheiro me induz, seduz e brilha explosivo, como se fosse um facho de Luz.
Ah...
Tu és a estrela do meu céu. As letras que bordam o meu papel. Enfim, a mais bela das flores do meu jardim que sonhei. És o ar, que deleita em minha primavera, e um Mar, em ondas de quimeras na retina de um plebeu-narciso, que poetiza, o que deveras


quinta-feira, 7 de julho de 2011

ROMANCEANDO




de: José  María Souza Costa
 
 
Traduza, ao seu bem amado,
Um poema, as rimas decorada,
O desenho de um olhar fixado,
E a rabiscada missiva namorada.
 
Traduza, ao seu bem amado,
As cores vivas de uma magia,
O som d'um coração apaixonado
Embriagado, no trem da alegria.
 
Traduza os desejos, as flores
De uma ilusão, sem jardim,
Imaginando-se encontrar cores.
 
Remeta, a fantasia de um sonhador,
Que navega por um cais sem fim,
E afogar-se-á, num mar  de galanteador.
 


domingo, 3 de julho de 2011

BAILARINAS



de: José María Souza Costa

Como se as nuvens fossem palcos
Como se as ondas fossem tácitas
Fazendo espuma, num girar de carrocel,
D'uma sinfonia mágica, murmuradas,
Ao som clássico, em flautas de papel.

como se as pernas, fossem densas,

Tal qual um lápis de cor,
E deslizante, cambiante
Tal qual liquidificador...

Mais brando, que as marinas,
Entre aplausos e sorrisos.
Excêntricas, como duas linhas,
De uma tenra bailarina
.