Seguidores

Translate

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Kit Gay - UMA DIARRÉIA ABORTADA


O Ministério da Educação ( MEC ), recentemente engravidou e pariu um " kit gay ", por que essa organizada entende, que deve bisbilhotar, direcionar e induzir a Orientação Sexual infanto-Adolescente.

- O que é afinal, que compõe, o kit gay, do MEC, do Haddad ?

- Uma cartilha explicativa destinada a Professores.
- 03 vídeos de cinco minutos tratando de temas:
1 - bissexualidade
2 - relacionamento lésbico
3 - transexualidade

De acordo com a Turma comandada pelo Haddad, 6 mil escolas publicas, deveria receber o material, que seria exibido para estudantes, do Ensino Médio, com idades entre 15 e 17 anos.

OPINIÃO:

Não seria salutar, se o MEC do Haddad, destribuisse  este kit ?

1 - Uma Carta de ABC, para ensinar meninos e meninas a conhecer as letras, formarem palavras e soletrarem, as mesmas ?
2 - Uma Tabuada, para meninos e meninas aprenderem a contar, e efetuarem adições de: somar, diminuir, multiplicar, dividir e, desalienar-se, das enfadonhas máquinas de calcular ?
3 - Lápis e borracha
4 - Um Caderno de Caligrafia, para esses infanto-juvenis, aprenderem a escrever,e construir letras legivéis, onde qualquer um, possa entender, o escrito ?

Ora, cara pálida, não compete nem ao MEC, do Haddad, e nem a quem quer que seja, discutir Orientação Sexual infanto juvenil. Essa Organizada do Haddad, não consegue organizar, nem o PROUNI e muito menos o ENEM, pois transformou esses dois programas, em um acinte, contra o bom senso e a inteligencia das pessoas lúcidas.
Ainda bem que, em tempo a Dilma Rousseff, precionada ou não, esmagou e degolou a cabeça do kit gay, do MEC, junto com o Haddad.
A Escola publica, ainda que tupiniquim, não merece essa diarréia inventada abortante.

Escreveu  José Maria Souza Costa


terça-feira, 24 de maio de 2011

A NOITE




A noite é um véu de mil segredos
Aonde cruzam bocas, passos e beijos
Escondem-se nelas, todas as queixas
E vão-se em debandadas ao degredo.

A noite é o elo do deslumbramento
E o espaço natural para a magia.
Nela expõe-se sonho, desejo, fantasia
E assim reina o deus do contentamento.

A noite é uma lança
Para quem quer sair.
Torturante, no refletir.

Poderia ser o caminhar da cama
Ao bebado luxante, que vai cair.
Mas, a noite foi feita pra dormir.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

COMO LA CIGARRA




Poema de Maria Helena Walsh, poetisa Argentina.

* dedico à Montserrat Llagostera Vilaró, ( Española ) a quem aqui, chamo de: MINHA AMIGA.

       *********************************************


Tantas veces me mataron, tantas veces me morí
Sin embargo estoy aqui, resucitando.
Gracias doy a la desgracia
Ya la mano con puñal
Porque me mató tan mal.

Y seguí cantando
Cantando al sol como la cigarra
Después de un año, bajo la tierra
Igual que sobrevivente, que vuelve de la guerra

Tantas veces me borraron, tantas desaparecí
A mi propio entierro fui, solo llorando
Hice un nudo en pañuelo
Pero me olvidé después, que no era la única vez
Y seguí cantando.

Tantas veces me mataron, tantas resucitarás
Cuantas noches pasarás, desesperando
Y a la hora del naufragió, y la de oscuridad
Alguien te rescatará, para ir cantando.


            *********************************

Tantas vezes me mataram, tantas vezes eu morri
Entretanto estou aqui, ressucitando.
Obrigado dou a desgraça
E à mão com adaga
Porque me matou tão mal.

E segui cantando
Cantando ao sol, como uma cigarra
Depois de um ano debaixo da terra
Igual a sobrevivente, que volta da guerra

Tantas vezes me borraram,tantas desaparecí
Ao meu prórpio enterro fui, só e chorando
Fiz um nó no lenço
Mas me esquecí depois, que não era a única vez
E segui cantando.

Tantas vezes me mataram, tantas ressucitarás
Quantas noites passarás, desesperando-se
E a hora do naufrágio e, da escuridão
Alguém te resgatará, para ir cantando.



segunda-feira, 16 de maio de 2011

UM OLHAR CAIPIRA, PERDIDO NA PAULISTA



Eu venho do sol, quarenta graus na gleba,
Para esta via tão fria, tão séria e mística,
Poética-concreta, e formosa. Com os seus
Blusões de pele, como se fosse artista
Na " fashion week", pela Avenida Paulista.

E com meus passos rimados, deslizei no Metrô,
E pelo retrô, observo a simpatia simplista
Espalhada nos sorrisos, comportamental elitista
Dos que desfilam zombante pela avenida
Fomentando defeitos, e destilando conceitos.

Ah! Que metrópolis frio. mas, com luzes, sons,
Comidas, bebidas, e câmeras ligadas ao dia.
Aqui se canta, da poesia, á anarquia.

Pivetes, amantes da homofobia, e as baionetas da policia.
Tudo se mistura a olho nu, na avenida Paulista,
Basta você querer ver, e olhar sem malícia.




quarta-feira, 11 de maio de 2011

Rua da Beira





A rua da  Beira,
É o arco mais longevo na cidade
Aprazível, com o seu vale encantado
Tem no brilho sublime da mocidade
A ternura de um eterno namorado.

É aquela, que primeiro graceja ao Mearim
Madrugando com o Cruzeiro do Sul.
E por seus becos, derrama fartos cios. Sim,
Em cantilenas, com visão de céu azul.

E hoje ?
O páteo, as casas de sobrados,
O futebol na Babica, o jogo de botão.
Nomes ! Os acordes do Perone.
Tudo é recordação. Até o pontão,
Emolduram visões de esmero
Traduzindo saudade e segredo ...

Ainda assim, a Rua da Beira
É a Aorta, replandecida em glória,
Que a minha alma lança paralela
E vaidosa baila, com a    história.


 
                    ................
NOTA
Dedico este poema aos irmãos: César e Fernando Santana, uns dos mais antigos moradores da Rua da Beira, na Cidade de Arari, e que nunca sairam de lá. Mesmo com a cidade crescendo, jamais abandonaram as margens do Mearim.


sábado, 7 de maio de 2011

MÃE






Mãe, tu és a minha Bíblia aberta,
A minha janela, e o meu arvoredo.
És o contraponto, nas horas incertas
És o meu mármore, e o meu segredo.

Mãe, tu és a Rosa perfumada,
Do meu jardim, reluzente em flor.
És a canção cifrada e comungada
Em uma Orquestra, tocando o amor.

Mãe, tu és o meu enredo de ternura
         E a minha Estrela Maior
         És o meu Lastro de candura,
         Quando eu estou na pior.





quinta-feira, 5 de maio de 2011

CONTEMPLAÇÃO


Quão formosos são, os olhos da minha namorada
Que expelem meiguice, e aglutina na comunidade
O dom da ternura, que mescla-se a uma amada
E que traduz, no reluzir de um olhar, a divindade.


Esse brilhar, esses raios de uma eterna chama
É que alienia a alma, e cativa os sentimentos, e
Interroga a libido, e contempla na deusa ama, a
Leveza desenhada, em arrebatados movimentos.


Quão belos olhares, navegam sutilezas mil
Envoltos em mares de gestos, e véus bordados
Com solos afinados, em galanteios de amada,


E assim, sem influenciar-se pelo metal vil jurado
Afirma-se em linhas tortas de papéis riscados
Que os olhos são reflexos, de uma alma enamorada.