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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Nota de Agradecimento


de: José Maria Souza Costa


A cada um de vós que estais nesta NAU, o meu profundo sentimento de gratidão.
Certamente, desbravaremos juntos e misturados, esse (a) Mar de sedução, e ancoraremos, no pier da amizade e do contentamento.
A cada um de vós, que em 2011 comentou neste Espaço; o meu delírio, o meu aplauso, e o meu prazer.
Aos que não puderam e não quiseram comentar, aos anônimos; o meu sentimento de respeito e compreensão.

Espero todos cá, em 2012, convergindo e divergindo das minhas idéias. Mas, de uma coisa, sinto orgulho, jamais deletei quaisquer que fosse o comentário, ainda que este, não embriagasse a minha vaidade. Sempre respeitaremos as opiniões, é a filosofia deste blogue. Não criminalizamos, e não compactuamos com descriminações de quaisquer especie. Somos simples, simplório e desprovido de uma linguagem Acadêmica, não temos interesse nisso. Valorizamos o cidadão, a cidadã, a jovem, o jovem, enfim, valorizamos muito, a pessoa humana.

Outra vez de cá, o meu Sagrado voto de um 2012: com alegrias, PAZ com os vizinhos, pipocas, namoros mil, felicidades, risos e sorrisos, gargalhadas, muita comida, harmonia familiar, dinheiro o suficiente para fazer-se feliz, beijos no vovô, na vovó, no cachorrinho, no gato, no papagaio, e muita, muita música. Afinal, nesse balé de quimeras, a Outra alma, sempre flerta, e nos convida a bailar.


Voltaremos a postar no dia 02 de janeiro de 2012.
Em cada um, Outro cheiro, na Alma.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ponto de Interrogação.




de: José Maria Souza Costa

Estamos na semana do Natal. Luzes, cores, festa e fingimento.
Pelas ruas, agitações, correrias, lojas abarrotadas de gente,
Sorrisos frouxos, agonizantes, desesperados e destemperados.
Todas as pessoas lhes desejando um Feliz Natal.

Agora, pare e pense:
- O que teremos feito de bom, e benéfico, a Outros, nos demais Onze meses, que antecede, esta, que é a maior festa, do povo Cristão ?


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Parasita Sentimental




de: Ricardo d'Atlas
      RG 22988



........... Hoje em dia, a pessoa, não tem mais interesse em uma Outra pessoa.
Mas, sim, no que uma Outra pessoa, está disposta, à oferecer-lhe, ou propocionar.

sábado, 10 de dezembro de 2011

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FINS


de:  Cleilson Fernandes


Estou vindo e indo, levando...
Vem chegando o final,
Contraditório recomeço, 
Afinal, o mundo é um moinho, 
É redondo, e o tempo é um mal
Necessário, bem vindo ou intruso
Há um começo, há um final
De vida, de morte, de sorte
Sei lá... Vou girando e vivendo
Pois viver é fatal e morrer é normal.

O mundo: 360 graus,
Se o céu é uma escada, quero meu degrau,
Viver é uma roda, não sou eu sinal.



De Cleilson Fernandes, à amiga Rossana Sousa (SLZ) e ao amigo José Maria Costa (SP)
Postado no Facebook (/cleilsonfernandes) em 08 Dez. 2011


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

MUITO ALÉM, DA MARGEM DO RISO


de: José Maria Souza Costa


Dia 10, comemora-se ( ou comemorou-se), o Dia do Palhaço. Sim, o Rei do riso, do oriundo de palhas, daqueles das calças folgadas, soltas, frouxas e coloridas. Diz-se, que palhaço não chora. Logo, não há, nem lágrimas e muito menos dor. Somente e tão somente, zombeteiros e gargalhadas.

Neste Circo que chamamos de Vida, o Picadeiro, é enfeitado de gritos, berros, assovios, e assim, faz-se um mundo de felicidades sob a lona. Nesse mundo fantasioso do contentamento, o que vale é a pulsação forte do deslumbro e da fantasia.

Nós que somos crianças, e alimentamos as nossas quimeras com tinta, batom, enfim, quaisquer tipo de maquiagem, inspiramo-nos, nesse personagem milenar, que repito, endeusou o riso, a fanfarrice e manipula o cenário do nosso imaginário.

Ruim, são todos aqueles que teem a pretensão em substitui-los. Ai, tudo mistura-se, decanta-se, desencanta-se, e aquilo que outrora, era simplescidade e encanto, transforma-se no anárquico, no avacalhado e imoral. E nesse rebuceteio de esquisitice, eis que surgem os nossos eternos e profissionais políticos. Fantasiam-se, como tal nas Casas, Alta ou Baixa. Para alguns, o que importa é, "palhaçar."  Mas, esses, são "taxados" de palhaços, não pelas artes que desenvolvem, e sim, por conseguirem " roerem" a Moral e os bons costumes de uma sociedade.
Às vezes, "aplacar" esses roedores de palhaços, é ferir e agredir e Rei do riso.

Entendo sim, que cada um, em seu devido lugar.
Ao Rei do riso, aplausos no Picadeiro, e aos roedores, ratoeiras ou tornozeleiras eletrônicas.
Aos palhaços, a esse artista sensível, que fantasia-se de palhaço, neste dia 10 de Dezembro, os nosso eternos aplausos, e que essa figura infanto-secular,  jamais deixem de existirem.


sábado, 3 de dezembro de 2011

CANÇÃO DE FIM DE TARDE



de: José Maria Souza Costa


Às vezes o tempo exige paciência e maturidade. Porém, que viveu lado a lado, entristeceu-se com o parto, e tem-se a mania, que o outro ou a outra, não consegue  deleitar-se com uma alma mais amável, mais sensível e mais amante.
Então, desenrole aquela velha folha de papel amassada  que guardaste no fundo do bau de suas lembranças, e leia, quem são os seus melhores amigos. Será, que são os mesmos de quinze ou vinte anos, atrás ? Tente recordar, das suas canções preferidas. Será, que são as mesmas, ouvidas em sua velha e tão distante infância ?
Da janela do tempo, ponho-me a namorar, com o aroma do passatempo, de um fim de tarde.

Tudo retrata o passado.
A lentidão, é uma mescla de saudade e ilusão, se é que o tempo, resiste à sua ausência. Dá-se a impressão que o tempo é um "ente" desalmado. Ele incendeia sentimentos, almas e corações, ainda assim, parece que o sistema engloba-se nesse descontentamento de desconforto.
A janela parece ser uma terapia. Olha-se para o lado de lá, olha-se para o lado de cá, como quem busca um delito, que não pode ser nem meu, e nem seu, ainda que, da mesma janela, perceba-se uma finda primavera.
Pois é.....
.............traga um gole de uma canção que não seja de melancolia, e que possa explodir, nas tardes do meu coração.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

CAMINHOS CRUZADOS


de: José Maria Souza Costa


A minha alma canta e dança, quando te vê,
E o meu sorriso, espalha-se, de contentamento.
O meu delírio, invade  a sensação, de te querer,
E a minha sede, afoga-se, no desvario de um lamento.

O meu abraço, morre de desejo de você, num só destino,

E traduz palavras frias, em lamentáveis queixas.
A minha alma canta e dança, desalinhada em desatino,
Deslumbrada com o aroma, que os teus poros, deixas.

A minha alma, e o meu desejo de querer ser

Boleros dançantes, em salões de Eu e Você.


sábado, 26 de novembro de 2011

VELAS IÇADAS



de: José Maria Souza Costa


O aroma dos teus lençóis, invadem as minhas narinas.
E os acordes do teu cio, parece embalar e bailar, diante as rimas, da minha sina.
Afinal, nessa orquestra de " puxa e repuxa ", a batuta  agita-se, delira, vomita, enlouquece, e mucha grita...
Pois nesse arranjos de pernas, com um bailado que vai e que vem...
Agita-se o sangue num sorriso, de uma alma que canta, levanta-se e passa bem.



terça-feira, 22 de novembro de 2011

CONSCIÊNCIA NEGRA : ...estupro, parto ou coisa de bulinar ?


de: José Maria Souza Costa


Todo dia 20 de Novembro....
- ...afinal, o que é conciencia negra ?

O Governo Brasileiro, da guerrilheira Dilma Rousseff,  versa e proseia, que a mulher negra, é a que recebe a menor remuneração como trabalhadora, neste brasilis. Se isso, é verdadeiro, por que o cara pálida, não corrige esse estupro social ?

O Governo Brasileiro, da guerrilheira Dilma Rousseff,  que dorme em berço esplendido, em seu saracoteio demagógico, afirma que o povo negro é, o menos favorecido, o mais necessitado, aquele que mais loca-se abaixo da linha da miséria.

Ciente, que tudo isso seja verdadeiro, pergunta-se:

- Por que motivo, esse cara pálida, deixa-nos assim ?
Isso dá voto ? Ou essa demagogia, faz-se chegar ao Parlamento com mais facilidade ? Por que não veda essa descrepância ? A quem interessa, a miserabilidade do povo Negro Brasileiro ?
Esse aborto "socialistico", poetizado por essa "cambada de políticos ", é o sumo da hipocrisia, que reina nesta Pátria Mãe gentil, desde que Cabral, ancorou a sua nau em praias baianas.
Em Brasília, não há ingênuos, até por que, se houver esse comportamento, não sobrevive entre a rapinagem. Cá entre nós, a descriminação no Brasil, é de classe social, ou é de cor de pele ?

Alguém vagueia na miserabilidade Brasileira. Vejamos o Maranhão do Senador Sarney. Para ele aquilo é um brinquedo, uma diversão, um saracoteio, o Fernandinho, montou até um time de basquetebol-feminino, para delirar-se em vaidades, e ai daqueles que ousar pensar ao contrário. São os que deliciam-se sugando do Estado, tudo aquilo que é destinado à patuleia Maranhense ( merenda escolar), por exemplo e outras tantas "cositas más".

A safanagem é tamanha, que ao adoecerem, eles preferem vim morrer na Cidade de São Paulo, por que até para morrerem, eles omitem-se de enfeitar-se em leito no  seu próprio Estado.

Mas, afinal, o que é consciência negra ?
- É coisa de comer, ou de bulinar ?

Não é mais fácil, o Governo Brasileiro, tratar a todos de maneira Republicana ?
E se o Estado Brasileiro, sabe que é devedor, que pague logo a  dívida. Afinal, basta de caloteiros.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

TEMA PARA UM VAGABUNDO


de: José Maria Souza Costa

- Garçom, desce mais uma dose.
Isso na noite é comum,
é a boca berrante sedenta,
embriagada e dormente,
esporrando mais um.

Mesmo um porre pirado, de piruetas e pirateado.

Tudo na noite é magia, fantasias,
um bailado de bonecas pelada
bêbada, com coca e com colas geladas.
Maracujá de gaveta, por que a noite é assim ?

- Eu não sei qual é o limite, e nem qual é o meu fim !

Mas, nesse menestrel de vacilos e cochixos,
eu sou os acordes esporrados,
regojitados na boca do lixo.

Alguém vai querer tirar sarro,
prender o meu carro,
e  com sobras de bondade,
O outro, nem cobrará a identidade.

Afinal, no mundo encantado de mim,
o meu carro vale mais, que o botequim.

E o que rege a cidade
é um juiz com tiqui,
que analiza-de pelo CIC.

Sepultada, idolatrada ou isolada,
a noite não faz o crime
só dita norma e regime.

- O que é, que separa, o bem do mal ?

Quase tudo acaba na esquina, no abraço amigo, nuwipe...
a noite não passa recibo;
e o utópico de um paraíso
é uma calça sem zipe.

Ainda que o pincel
borra-se com a tristeza,
é a leveza da vaidade, que vai-se chegando,
porém, as pessoas amam-se odiando.

No fel da sua ira, somos todos bruxos,
eu sou seu luxo-bocejador,
sou seu trambolho revigorado
por que sou seu consumidor.

Essa é a vida que dita: risos, quedas, no cair ou levantar
agarra-se ou abraça-se, ao seu "gim" até pular, cantarolar e vomitar.

Nessa rima assim, sem fim,
vê se engole, e não mastiga  a mim.

Toda maçã de rosto, deveria ser rosê.

Nessa torre de babel, a noite é sádica,
debochada e esporradica,
e decorada com os fracassos e marcas afiadas,
como fossem recordações expostas  na porta da vida,
pendurada em velhos bordões.

Baba o teu chiclete, beije uma gilete,
e desafie o lado bom da vida
sem amarras e sem canivetes.
Um bar, uma mesa e um porre.

- Garçom, quando começa o deboche ?


sábado, 12 de novembro de 2011

VENTOS E VELAS, EM MAR ABERTO



de: José Maria Souza Costa

Acordei em meio a anjos cansados, por isso, quero um sonho, desses que agente sonha acordado, e se partem, como o estalo de um grito, num coração escurlaçante. Quero mesmo, é pousar no seu infinito, em um azul sem direção, e invadi o útero do seu esconderijo, que teima, em embriagar-se, antes do sol raiar. O tempo, esse passa preguiçosamente, ainda que a noite nem tenha luar, e as vezes,  nem pode-se esperar a sinfonia das pernas.

Mas, entenda. O destino nem sempre é de sonhos e pó, ele pode está amarrado nas cangalhas dos egos, em branco e preto, de cada uma  das nossas vaidades. Às vezes, o coração é um campo minado, e pode ou não explodi, e depois de dilacerado, quem é que ali, irá plantar uma flor ? Ou então, o que faz-se contra o encanto, de um amor que ilude-nos tanto, e vaga, a maltratar um coração ?


Alegria, sonhos e sentimentos, tudo mistura-se em um só caminho, e converge para a felicidade, será ? Na parede da memória, o que mais dói, é a fúria, que faz a alma, ser pequena. Bom mesmo, é navegar acordado sem medo e em segredo, por que ás vezes, nem a coragem, nos deixa fazer.....

e tudo se sorrir para acontecer.

Velas, ventos, sei que ainda existem muitos Mares navegáveis. Mas, navegante de tantas muitas tempestades, sabe muito bem, em que porto ancorar, decorar e decantar seu coração.




NOTA

... quero dedicar esta crônica, às meninas e aos meninos blogueiros, do blogue, http://agenciadesjb.blogspot.com   Na Cidade de São João Batista, no interior do Estado do Maranhão. E a minha gratidão eterna, por um dia terem publicado, uma materia deste escrivinhador, metido à blogueiro.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

REBENQUEADO

de: José Maria Souza Costa


Que saudade, do meu riso reluzir no teu.
Do meu jeito, promiscuir-se outra vez,
Do meu aroma, embrulhar-se no teu,
E juntos deslizarmos perfumando a tez.

Saudade,
Desse traço tênue, que chamas de lábios,
Dessa agonia deleitável, em sentimentos.
Dos lençóis revirados na cama do tempo,
Marcados na porta velha, dos movimentos.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

VALSA DOS PEIXES



de: José Maria Souza Costa

Se chegares à beira mar, não sei se encontrarás tamatás, cascudos, capadinhos ou jandiás. Os barcos, as jangadas que beijam o alto mar, não sei se trarão tainhas, tucunarés, lambaris, pintadas meninas, ou mesmo as curimatás.
Curvinas, piaus, pirarucus, mandubés e piranhas gelados, então revela-me,menina,  com empanturrar-se, com um bom namorado ?
Mas, a a minha rede arrastar-se, sei que ela trará carpas,carambanjas e peixe espada, para você esbaldar-se. Sendo assim, fico à proa a olhar, por que restará a esta alma navegante, tão somente o balanceio do mar.

Podeis sorrir, não tenhais medo, não existe queixas para marujar, tudo o que eu quero de você  menina, é entender o enredo da valsa dos peixes. Com a jangada a velejar, e uma rede a arrastar-se, tem-se a imensidão do azul do mar, a embriagar pescados e pescadores.


Você me conta um segredo, e lhe mostrarei um Mar Aberto valente, destemido, pulsativo e sem medo.


terça-feira, 1 de novembro de 2011

EU NÃO EXISTO SEM VOCÊ



de: José  Maria Souza Costa


Tu és o meu Mar, a minha onda, a minha vista, o meu deslize e o meu sufista. És o meu figurino, a minha revista, o meu estilista e a minha conquista. És a minha mímica, a minha agulha, a minha linha, a minha ilha e a minha química. Tu és, o meu desejo ilibado, o meu assovio, o meu fio, a minha ilação, e o meu cio.

Eu sou a tua rima,

E você a minha métrica.

Eu sou teu ... "confesso,"
E você o meu impresso.

Eu sou o teu acinte,
E você o meu deboche.

Eu sou  o teu copo,
E você o meu porre.

Eu sou o teu sândalo,

E você o meu escândalo.
Ainda assim, Eu  não existo, sem você.



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ABRA OS SEUS ABRAÇOS



de:  José Maria Souza Costa

Tomara
Que as linhas dos sentimentos, prenda a sua alma, e abrace de vez o seu coração.
Tomara
Que as luzes dos olhos teus, mire a minha alma, e seduza o meu contentamento.
Tomara
Que  encontremo-nos na primeira esquina da rua da surpresa.
Tomara
Que você me seduza e chegue logo o Amor.


   ******************
NOTA DO BLOGUE
Meus sentimentos de gratidão aos blogues:
deOlho -  http://barrosailton.blogspot.com 
Da Cidade de Arari - Maranhão
e ao http://blogdaterezamaria.blogspot.com
Da Tereza Maria - na Cidade de Morrinhos no Estado do Ceará

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PUDERA, VOCÊ É O GRANDE AMOR DA MINHA VIDA.



de: José Maria Souza Costa

Eu te amo, demais !

Eu deixo-me seduzir pelo seu olhar, pelo aroma da sua tez-morena-aborígene, ou mesmo, pela ejaculação da sua libido; e faço-me velejar abraçado na magia das indas e vindas, do dia a dia.
Também, pudera !
Você, é o grande amor da minha vida.

Eu deslizo envolto em suas curvas, que disfarçam embriagadas com a ternura dos desejos, e enaltece a chama da alegria, com o lirismo de fingir, e de tocar, e de ficar como lençóis revirados sobre uma cama rastaquera.

Hum..., tudo pode parecer quimera.

Também pudera !
Você é o grande amor da minha vida.


domingo, 16 de outubro de 2011

PARA VIVER UM GRANDE AMOR




de: José Maria Souza Costa
Um rancho parado  na "bera" da vareda,
É uma missão em "travissia", é um "brejero"
Pedindo acolhida,
Ainda qui tenha água caindo "inrriba'.

As "paia" não trai torrão, nem o 'pingá' o chapadão,
Por que a "fruquilha" que "beja" a teia,
Resvala num, 'taio' de mão.

Deveras vir  pro sertão, "cumer" manga e munguzá
"Balá" catira e "babá", pelas "saia' que rodá:
Sem jagunço, sem rastelo, e numa pinga "travessá"

Um rio vazio é uma ponte,
É a travessa da" travissia", "qui arcansa" o coração,
É um pecado pecando" adonde' avança uma mão,
É um velado "fexado", espantado num "olhá",
Sem "ruzaro" pra "rezá", inficado num sermão.



                   ************************************

Copiando João Guimarães Rosa:
"... mais escuro que a noite, só um coração estrupiado, pelo traquejo, e por isso, ele " si espaia" pra todos os lado "

terça-feira, 11 de outubro de 2011

UM MUNDO ENCANTADO PARA AS CRIANÇAS




de:  José María Souza Costa

Criança  para ser feliz, precisa de:

Uma carta de  ABC
Uma tabuada
Um caderno de caligrafia
Um lápis
Uma caixa de lápis de cor.


Precisa brincar
Precisa correr
Precisa respeitar os mais velhos.


Bulingue, é frescura de Americanos do Norte. A criança, precisa é aprender a defender-se, desde o nascimento, e cabe aos pais através da cultura familiar direcionar os seus passos.


domingo, 2 de outubro de 2011

EU SEI QUE VOU TE AMAR



de: José Maria Souza Costa

Eu, também quero uma casa no campo:

- bem na " berinha do corgo", onde eu veja o "burbulhar " dos peixes, e " infincada" entre pitangas, carambolas, "afeições' de saguis, sabiás, e a sinfonia de um Grande Sertão caipira, com a mesa farta de assados leitões, e o cheiro aromatizado das manhãs, enamorando as Veredas, de um Guimarães, sem os tataranas, " sô" !

Eu, também quero uma salada adocicada:


- com manga, mamão, banana, sapoti e uma chama no lusco-fusco, desbravando as montanhas de um Rosa, sem o "trabuco" da Diadorim, para atravessar um naco de chão, mordendo um caqui e, pendurando a rede de pano "casqueado", aqui e ali.


Eu quero um "corgo" no meio do campizal, chorando procurando pelo rio, e um rasqueado-xoteado, assim meio que "xaxado", sob o fruta pão, pendurado  perfumando a vida e borrifando a dança.

                              
                  
     
                              
                    Quero uma casa no campo.
                              
                    Na " bera do corgo"...
                              
            E eu, namorando a lua escanchado no Sagarana,
                              
            Observado pelas " Veredas" do Grande Sertão.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O APLAUSO DA ESCULHAMBAÇÃO



de: José Maria Souza Costa

Ponto 1

A Organização Mundial de Saúde, diz que a Cidade do Rio de Janeiro, tem o ar, mais poluído no Brasil.
A Cidade Carioca, levou a medalha de Ouro, e deixou Cubatão(SP) com a prata, Campinas (SP), com o bronze, e a Capital paulistana, ficou com a medalha de lata, nesse campeonato de desfaçatez e do faz-me rir.
 E eu, embriagado em minha inocência, imaginando que a grande premiada fosse Brasília !
Afinal, com José Sarney, Fernando Collor, Renan Calheiros, Romero Jucá, toda essa gente junta e misturada na Capital Federal, certamente não existe AR, que resista. Mas, enganei-me redondamente como cantou o poeta.  A Cidade do Rio de Janeiro, tem o Cabral, que prende bombeiros, e entregou a beleza Carioca à delinquentes e milicianos. Eu sei, esse Cabral, é danado. Com uma só canetada, ele conseguiu aplaudi e legalizar a esculhambação.

Ponto 2


Só para lembrar, que segundo a OIT ( Organização Internacional do Trabalho ) 200 milhões de pessoas estam desempregadas.
O desemprego, constrange a dignidade e alimenta, fortalece e patrocina  a miséria.

Ponto 3


Em um Hospital na Cidade do Rio de Janeiro, uma senhora foi colocada na geladeira do IML, e dada como morta. Quando a filha foi fazer o reconhecimento do corpo, ela mexe-se, quando esta abriu a porta da geladeira
Esta é a Pátria Mãe gentil, que verás que um filho teu não foge à luta.
É para orar ou chorar ?



terça-feira, 20 de setembro de 2011

É PRIMAVERA... é tempo de Amar.


de: José Maria Souza Costa


Quão perfumado é o desejo de uma idade exposta em cores, que avassala o tempo, e administra os ensejos.
A Primavera, sempre será, o leme das flores.

A Rosa, o perfume da rosa.
Os olhares fulgentes na direção das flores, o fulcro de  uma linha partida, rumo a um sonho, que prolonga-se com a Primazia do Amor.
A Primavera, será sempre, um tempo de cores, flores e sabores.


Árvores floridas, coloridas,
Frutos sadios, umedecidos.
um jardim florido-comovido,
Em cores vivas e desinibidas.
     

sábado, 17 de setembro de 2011

VALSANDO COM AS RECORDAÇÕES



de: José Maria Souza Costa

Iniciei escrevendo este texto ouvindo a música " Samba em Prelúdio " de Vinícius de Moraes, e Baden Powell.

Baden, é um dos melhores violonista que esta Pátria Mãe gentil já pariu, e Vinícius, o ex-diplomata e eterno poetinha, dispensa qualquer apresentação.
De repente, voltei à minha adolescencia, e busquei na memória, qual teria sido a primeira música que ouvi, desde que tive consciência de memorizar fatos
Em minha casa, ouvíamos muito rádio, a minha mãe, ouvia novelas pelo rádio, recordo bem disso.
E naquela longinqua década de 70, estava ouvindo um programa matinal, que levava o nome de "Quem Manda é Você", quando o apresentador berrou: " pra vocês na voz de Maria Bethânia, de Chico  Buarque de Hollanda, a música OLHOS NOS OLHOS.

Não é a minha musica predileta. Mas, o autor está entre os três que eu mais ouço, ao lado de Tom Jobim e Elis Regina.
Foi nesse clima de MPB, que atravessei a minha infância adolescencia, escola-faculdade, captei amizades, e em minha concepção, aprendi a diferenciar o qualitativo: do oportunismo, do brejeiro, da cafonice, da breguice, do modismo e do faz- me rir
O aplauso, existe para a saudação, para a elevação da alma e para energizar o talento, o que se difere e muito da barulheira, da gritaria, do zombeteio e da anarquia.
É natural, cada um possui o seu estilo musical, simpatizamos com ele, na verdade o que vale, é deixar a alma flutuar embriagada na vaidade, e assim a quimera do riso levita, caminha e baila.

  " ... os meus braços precisam dos teus
     teus abraços precisam dos meus
     tenho os olhos cansados de olhar para o além.
         Vem ver a vida,
          Sem você, meu amor, eu não sou ninguém ... "


estes versos são  da música Samba em Prelúdio.


As rosas, os olhares, os desejos, as palavras, o perfume das rosas, as palavras desejadas que deletam do nosso sentido, o outro lado amigo do olhar, ainda que visto do outro lado da margem angular do deboche, todo esse clima, essa sedução de imaginação, é que faz construirmos o nosso lirismo musical.
A estação do tempo, a espera do par, os passos largos agitados, o observar à distancia, é essa coisa salutar do desvairo, que alimenta a beleza do imaginário e, acolhe o recomendável.

Certamente que as rimas da vida, as métricas de um coração, ou a lírica de um sonho, passa por uma  leve musica ou uma bela canção.

Afinal, nesse mar de contentamento, o "pier'  é o ancoradouro, quando a cabeça encontra-se com um juízo equilibrado e sensato.

Ouça a sua musica, cante ou cantarole a sua canção, e deguste o prazer de navegar com o seu imaginário


terça-feira, 13 de setembro de 2011

A FACE OCULTA DOS ANÔNIMOS



de: José Maria Souza Costa


A face do medo, o rosto da insensatez, os arranjos da desfaçatez, ou os rabiscos da anarquia, é a sinfonia que compõe o mundo paroquial dos anônimos, que escondem-se atraz do anonimato.

Isso mesmo, os que camuflam-se sob a sombra da zombaria, do riso frouxo, do olhar garboso da maldade, e afoga-se na insensatez, e legaliza a mentira, a calúnia e distorcendo a verdade, agride os de boa índole, e dá-se o direito de estuprar, aquilo que é sensato.

Por que, escondem-se os anônimos ?

- Por que, são anônimos ?

Por que, lhes falta coragem ou por que teem medo do Sol ?

- Ou por que, apavoram-se com o Sal da alma ?

- Ou por que na alma, lhes pesa o ranço da frustração, e este vê-se obrigado a embeber-se, das fadigas que os cueiros infantis lhes propuseram ?

E assim, eles vão e vem, sem expor suas assinaturas, submergindo em suas pieguices, e zombando de seus zombeteios, imaginando-se, zombar de tantos.

Nesse  rebuceteio de mediocridade, que navega pela agressividade gratuita dos pichadores, sem assinar o que picha, poderíamos imaginar que a esculhabação seria legitima, se a tolice convergisse, com a sensatez.
Mostre a sua cara.



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

PARA QUÊ SERVE, POLITICOS ?


de: José Maria Souza Costa

Afinal, para quê servem os políticos, verde e amarelos ?

- para corroborar, com as travessuras biquinitantes da Jaqueline Roriz, e a sua Caixa de Pandora, com os seus 265, apaniguados seguidores ?
- ou para aplaudir a desfaçatez do camaleônico presidente do Senado Federal, dotô, Zé Sarney.
- ou para assaltar o erário publico, conduzindo nas meias, cuecas, etecetera, etecetera, etecetera.?
- ou para roer, o helicoptero da Policia Militar, no Estado do Maranhão ?
- ou para proteger o Presidente da CBF, o dotô, Ricardo Teixeira ?
- ou para zombar do povo pobre e trabalhador ?
- ou para pousarem farsantemente, de paladinos da moral e dos bons costumes ?
- ou para transformarem Brasília, em uma promiscuidade cavalar ?

Há muito o Congresso Nacional, perdeu a sintonia com a população. É uma entidade corporativista, navegante na corrupção, com  retrocesso de pensamento, e um verdadeiro esconderijo de senhores e senhoras-senhoritas, de más concepções.
Qualquer assento sanitário, é mais saudável, que os bastidores da politica Nacional. Vejamos cá em São Paulo, onde o PSDB do Serra e do FHC, fazem do Estado uma Faixa de Gaza.

Cá no Brasil, quem legisla é o Judiciário, que ainda tem que analizar a Folha Corrida de inúmeros congresseiros, e com isso sobregarrega-se, por que em muitos casos, tem que exercer o papel que seria da Policia Civil (investigar) e, mandar para a cadeia bandidos e delinquentes vulgares, entornados em paletós e gravatas de seda.

Sendo assim, para quê, servem os políticos ?

Essa gente politiqueira, que sobrevivem da chantagem, do fogo amigo, do" promecê", do profissionalismo palanqueiro, não possuem nenhum sentimento de respeito pelo cidadão trabalhador, que cotidianamente é sugado por esses vermes, que aprendem solidariamente a conjulgar em todos os modos o verbo ROUBAR.

Esses farsantes gambás, certamente farão do ano de 2012, um recital de enrolação, ou um atentados aos ouvidos das pessoas do bem.

Com certeza, o meu, e o seu Maranhão, que é comparado ao rabo de um jumento, em uma carroça cuja locomotiva   é puxada por uma égua, certamente repousará bigodes, abusos, absurdos, anedotas temperadas ao sabor da carnes moídas com vinagreiras e leviandades. É o que há de mais vil, na Republiqueta das biscates, protetoras da noite.

Prostituidão infantil, trafico de influencia, lavagem de dinheiro, o crime organizado, assassinatos. Afinal, em qual dessas mazelas citadas, a classe politica não serve de paisagem, ou moldura para esse quadro ?

Ainda que a primavera seja com lágrimas, e o riso debochado afogado em desfaçatez, haverá sempre uma temática musical, para endeusar barbas, gravatas, bigodes bem feitos e paletós, bem cortados, para fomentar a patota politica tupiniquim. Senão o suspensol do escárnio, não cai na cara do povo, ou não gradua-se em deliquencia a próxima geração do Coronel Timbira.


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ESSAS MÃES, DA PRAÇA DA SÉ

de: José Maria Souza Costa


Estive no domingo, na Praça da Sé, no centro da Cidade de São Paulo. Encontrei ali, dezenas de Mães, segurando dezenas de centenas de fotografias, dos filhos desaparecidos.

Fixei o olhar sobre uma das Mães, e pude perceber sem que ela me expusesse nenhuma palavra, a dor e o sofrimento. E muito, mas muito distante mesmo, uma ponta de esperança, que um dia encontrará o seu aquele ente  querido.

Afinal, em que o Estado Brasileiro, pode ajudar essas Mães, da Praça da Sé ?


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O JUMENTO DO SARNEY




de: José Maria Souza Costa

A Polícia Militar do Maranhão, possui um helicoptero, que é destinado para o uso de serviços de Segurança e Hospitalar.
A muito tempo, esse veículo aéreo do Estado, vem sendo usado, como brinquedo de lazer, ao Senador Sarney, Presidente do Senado Federal, para deslocar-se de qualquer ponto do Estado do Maranhão, para a sua Ilha particular, a qual ele denomina de Curupu. É verdade que é uma propriedade privada, assim como Sarney, imagina  ser o Estado do Maranhão, a continuidade do seu quintal ou o seu assento  sanitário.
Vale lembrar que a Governadora do Estado do Maranhão, Roseana |Sarney, é filha do citado Senador, e a toda poderosa no Estado.
Esse vício desgraçado, enrraigado, de misturar a coisa publica com a privada,no Maranhão, é tido como normal e natural.
Por que esse cidadão, não usou um jumento, para os seus encantados devaneios ? O Senador Sarney, recebe do Estado Brasileiro, uma das maiores rendas que um filho desta Pátria Mãe Gentil, tem o privilégio de saborear. Um pouco mais de 62 mil reais mensais.
Quanto custa o aluguel de uma égua ou mesmo de um jegue, de um jirico ou de um jumento, no Maranhão, para rossar-lhes os cornos ?
- E o Kadaffi, caiu depois de um pouco mais de 40 anos de abusos, absurdos, sangue, suor e muito sanguessugas.
Avisem ao Rei.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

PÁGINAS NA VIDA



de: José Maria Souza Costa


Neste Livro, que recebemos junto com a VIDA, e as páginas em branco, o que cada um de nós devemos escrever, nele ?

Quero ler a sua opinião.



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

SÓ PARA BRIGAR, XINGAR E DELETAR.




Em recente pesquisa, a CNI ( Confederação Nacional da Industria ), informa que a Policia de São Paulo, socorre 70% das pessoas que estam no transito por causa de brigas.
Em uma arguição simplista, podemos imaginar que de 100 pessoas que saem de casa com os seus carros, 70 delas, saem para bater boca, xingar e brigar pelas ruas de São Paulo ?
Será que as pessoas já saem de casa estressadas, magoadas, e irritadas ?

Muitas das vezes, são essas pessoas que fazem do " carro" uma arma.