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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

PREMIO AO ESTADÃO POR MOSTRAR FALCATRUAS " dos sarneys".


  Blogdojosemariacosta

Tudo está estagnado no Maranhão.

O Estado recebeu no sábado, em Buenos Aires, o prêmio de investigação jornalística na América Latina concedido pelo Instituto Prensa y Sociedad (Ipys) e pela organização Transparency International. A premiação foi concedida aos repórteres Rosa Costa, Leandro Colon e Rodrigo Rangel pela série de reportagens que revelaram, em 2009, a existência dos atos secretos do Senado e os benefícios ilegais patrocinados pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).

O jornal mostrou que mais de 300 boletins sigilosos nomearam familiares e aliados de José Sarney, entre eles sobrinhos e até o namorado da neta. Na mesma série, o Estado revelou que a Fundação Sarney desviou R$ 500 mil de patrocínio de R$ 1,3 milhão da Petrobrás para empresas fantasmas, de fachada ou da família do senador. O senador também ocultou da Justiça a casa de R$ 4 milhões onde vive em Brasília, no Lago Sul. Os repórteres mostraram ainda que um neto de Sarney intermediou a venda de empréstimos de crédito consignado dentro do Senado.

As reportagens já haviam recebido o Prêmio Esso de Reportagem, a principal premiação do jornalismo brasileiro. O reconhecimento internacional veio sábado, na edição de 2010 do Congresso Latino-Americano de Jornalismo Investigativo (Colpin), que começou sexta-feira e termina hoje. Ao todo, foram 230 trabalhos inscritos, de mais de 20 países da América Latina e Caribe. O Estado era o único representante brasileiro entre os 15 finalistas.

Na manhã de ontem, após receber o prêmio, os repórteres apresentaram os detalhes da investigação aos participantes do Colpin. Além deles, o jornalista do Estado Leonêncio Nossa também ministrou uma palestra a convite da organização do evento, que destacou a qualidade do seu trabalho Araguaia. Em junho de 2009, com base em documentos do major Sebastião Curió, o repórter mostrou que, dos 67 integrantes da guerrilha do Araguaia, 41 foram presos e executados, quando já não ofereciam risco aos militares.

Grampos ilegais. O trabalho sobre o caso Sarney foi um dos três premiados na cerimônia ocorrida na noite de sábado no Palácio Duhau, na capital argentina. Os repórteres ganharam o segundo prêmio e receberam, além de um diploma, US$ 10 mil. A revista colombiana Semana levou o primeiro lugar com a revelação de que a polícia secreta da Colômbia fez escutas telefônicas ilegais de políticos, jornalistas, magistrados, intelectuais, e até de oficiais de governo próximos ao ex-presidente Álvaro Uribe.

A terceira colocação ficou com o mexicano Oscar Martinez, do site elfaro.net, que publicou reportagens sobre as máfias que lucram com pessoas que tentam cruzar ilegalmente a fronteira para os EUA. É a primeira vez que um site é premiado.

A direção do Ipys - instituto com base no Peru e responsável pelo prêmio - destacou o esforço jornalístico da equipe do Estado. "O caso Sarney é uma investigação jornalística que buscou recursos do próprio jornalismo, com documentos e indagações complementares. "Participaram do prêmio os principais meios de comunicação da América Latina e o denominador comum é mostrar que o resultado das reportagens é fruto de uma investigação própria", ressaltou Ricardo Uceda, diretor executivo do instituto.

Jurada do prêmio latino-americano, a jornalista Tina Rosenberg, do New York Times, lembrou da importância da série de reportagens do Estado. "É um exemplo de investigação clássica, muito própria, sem depender de organismos oficiais. E muito importante para o Brasil", disse a vencedora do prêmio Pulitzer em 1996, o mais importante do jornalismo norte-americano.

"É um reconhecimento internacional importante, porque mostramos ao Brasil em 2009 a existência dos atos secretos e como a família Sarney transformou o Senado num negócio privado. Agora, parte da imprensa latino-americana também sabe o que a família Sarney representa na política brasileira", afirmou o repórter Leandro Colon, ao receber a premiação. Os jornalistas premiados destacaram ainda o período de mais de 400 dias de censura a que o Estado está submetido. O jornal está proibido de publicar informações sobre o inquérito da Polícia Federal que investiga Fernando Sarney, filho de José Sarney.



2 comentários:

SOS DIREITOS HUMANOS disse...

DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

“As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.

O CRIME DE LESA HUMANIDADE

O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.

RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;

A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.

QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, mas não o fazem porque para elas, os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” são mais importantes que as vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

A COMISSÃO DA VERDADE

A SOS DIREITOS HUMANOS em julho de 2010 passou a receber apoio da OAB/CE pelo presidente da entidade Dr. Valdetário Monteiro, nas buscas da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão, e continua pedindo aos internautas divulguem a notícia, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

Paz e Solidariedade,

Dr. Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 85 8613.1197
Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br
http://revistasosdireitoshumanos.blogspot.com

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