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sábado, 4 de setembro de 2010

DROGAS - OS AMARGOS BOMBONS





Meu leitor amado.
Desfilando por esse rosário que a vida nos oferece, ficamos à frente dos desejos, do desejado, do curioso e da curiosidade. Quando ainda somos muito moço, pensamos que tudo podemos, que tudo sabemos, disse-me certa vez, nos idos da década de 70 o Monsenhor Padre Clodomir. Mas, gostaria da atenção do meu amado leitor ouvinte, para lhes convidar a refletir sobre DROGAS. Sim, esse tsunami avassalador que deterioriza entidades e famílias Esse furacão devastador, que faz o curioso, penetrar em sua curiosidade, e deixa-se penetrar em sua vã filosofia da inocência, para amealhar em detrimento à gabolice, ao " eu sou macho", ou eu faço e aconteço", embrenhar de corpo, alma, sentidos e sentimentos a esse mundo caótico, catrástófico erm sua maioria com sonhos sem retorno e sem volta. Dói a alma e penaliza, os mais valiosos valores humanístico a invasão da DROGA, na sociedade.
Escrevo assim enumerando, os inúmeros tipos de drogas, mesmo aquelas as quais sorridentemente às  entendemos estarem legalizadas, e são vendidas à luz do reluzir do Sol, em prateleiras de Farmácias, Supermercados ou mesmo nas concorridas e românticas gondolas do Mercado Informal, para não escrever camelô.
É de atarraxar a porca da alma humana, quando depara-se com individuos, muitos deles moços, mas que no refletir da luz do olhar, mais parece um farrapo humano, desenhado com pincéis invissiveis da desgraça, que pousa entre a linha tênua da miséria, e a miséria sagaz da perturbação psíquica, rumo ao leito da dependência química.
São corpos expostos, sujos, moribundos, largados, abandonados, maus cheirados, que borram as calçadas, os viadutos, e a visão do cotidiano, como fossem ratos amassados, triturados, borrados e manchados com o carimbo da ausência de uma politica publica de Saúde, que muito se inventa, mas nada se cria, e muito se comenta e, deixa vazar por sentimento minúsculos, e delirantes em anos eleitorais.
As drogas, rompem as famílias pelas portas inocente e jovem da inocência da curiosidade de muitos jovenzinhos, que desenha em seu imaginário, que o despertar de um novo tempo, inicia-se com a 'rabuceteiro' de uma quimera química, devassa e devastadora.