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terça-feira, 7 de setembro de 2010

DOM PEDRO I - e a minha fantasia JUVENIL.

Dom Pedro I, e a minha fantasia juvenil.
Nesta data, festiva em todo o Brasil, celebra-se a Independência do Brasil.
É verdade, estamos falando daquela Independência burocrática. De papéis, da maneira como tínhamos que atender às ordens das Cores Portuguesas. É verdade também, que ainda no mundo ginasial, o acontecimento é romântico, belo, deslumbrante. Monta-se uma mescla de heroísmo e mais não sei lá o que, e enaltece-se figuras e mais figuras da burguesia da época.
Mesmo depois de ter cursado EDUCAÇÃO FÍSICA, ou mesmo  LETRAS, eu nunca quis fugir do meu mundo encantado, que os meus docentes da fase primária escolares me contavam, em Sala de aula. Eu, particularmente, nunca quis saber se o quadro pintado por Pedro Américo, é falso, verdadeiro ou invencionice do autor. Eu, nunca quis saber, se Dom Pedro I, realmente vinha da casa da Amante em Santos-São Paulo. Se estava este com desinteria, ou diarréia, e irritado Proclamou a Independência. Também nunca quis saber, se essa proclamação, já estava acordada com a Portuguesada, e nem tão pouco se Dom Pedro I, era um putenho, como dizem alguns  historiadores, um  verdadeiro comedor de escravas, um devasso, que tinha mais filhos, que os acessos de bisbilhotagem da filha do Serra. Nunca quis tomar essas histórias como verdadeira. Nem tão pouco, que ele era "acorruiolado" com José Bonifácio, que não era nenhum "Zé Mané" da vida, muito ao contrário, era rápido como uma raposa. Eu, ignoro todas essas histórias, e fico com um Dom Pedro I, herói, libertador e que amava o Brasil. Às vezes nem me lembro que ele morreu, segundo as más línguas de historiadores, com 36 anos de idade, no mesmo quarto, onde nascera  em Queluz, empestado de doenças sexualmente transmissivéis. Se tudo isso é verdadeiro, como era danado esse Pedrinho!  Eu, quero o Dom Pedro I, como herói do Brasil. Na faculdade, agente houve muitas histórias, que agente não quer ouvir, e acabam, estuprando o nosso romantismo.
Eu, tenho o Dom Pedro I, guardado em minha alma, o libertador, aquele que aprendi em meu curso primário, lá na minha doce e amada Arari, lá  no meu distante agora, Maranhão.
Eu moro a poucos minutos do Museu do Ipiranga, aqui em Sampa, hoje 07 de Setembro, amanheceu chovendo bastante. Tenho um privilégio de conhecer um Museu belo, extraordinário, magnimame, deslumbrante. Nada, no Brasil, é tão encantador e atraente, quanto o seu jardim, e a vista, de quem está em suas escadarias ( a do Museu), deitando olhar para a Avenida Pedro I.
Dom Pedro é meu herói, e Libertador. Mas, precisamos libertar o Brasil: do Analfabetismo, do Curral Eleitoral, da Mortalidade Infantil, da Dengue, da falta de Moradia, do Trabalho Escravo em alguns Estados, do Preconceito Contra as Minorias, os Negros e Índios e ou outros.
Precisamos todos os trabalhadores, de uma Independência Ampla, Geral, Irrestrita e Transparente.
Precisamos de uma Independência Livre de Pensamento, Sem Censura, sem Bisbilhotagem e sem Patrulhamento.
Mas, precisamos sobre tudo: De Salários Dignos e Respeito aos Professores, que além de maus remunerados, teem como acinte, o atraso em sua Remuneração. Salário de Trabalhador, é algo Sacrossanto.
Independência para o Brasil, e para todos os Brasileiros.