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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

COMPORTAMENTO ADOLESCENTE.




Meus leitores amados...........

A educação familiar é o seguidor eternamente do carácter que formamos no jovem hoje, para que este deguste no amanhã. É na família que que se embasa o pilar da educação. O resto é continuidade. É verdade que o comportamento juvenil hoje em dia é muito diferente, daquele da minha geração, aonde pulavámos da rede, lá na minha amada Arari, e tínhamos que tomar a benção de Dona Maria Sousa Costa. Eram outros, os tempos. Hoje em dia, há casos em que os pais, nem sequer ver a hora em que os filhos adentram em casa, quanto mais observar quando levantam. E aqui não vai nenhuma distinção de classe social, esse fator acontece em todas as camadas sociais. A cada vez, mais cedo os adolescente vão-se tornando independentes, por um motivo ou por outro. E quanto mais jovem a independência sócio-ecônomico, mais irresponsabilidade, mais abuso de vaidade, mais irresponsabilidades e tantas outras "coisitas más".

Recentemente tivemos o caso NEYMAR. Jovem, milionário, abusado, mau educado, naquela fase do "tudo eu posso."
Costumo escrever que jogador de futebol, sabe muito pouco ler e escrever e que muitos fazem da bola o seu mundo, quando deveria ser o contrário. O abuso, o despreparo de muitos pais, o desconhecimento da literatura educacional familiar, o deixa "isso pra lá", esse vácuo que existe entre o "patético" e o "anárquico", que muitas das vezes transformam-se em lágrimas na face de muitas famílias. Atropelar as pessoas no seu direito, não respeitar hierarquias, trombar com comandos que se legalizam pela competência: é abusar do direito de ser vaidoso. E, quando nos embriagamos de vaidade, aí o balde chuta o bode,  por que se perde a razão e, perdendo-se a razão, o tempo para cair-se na avacalhação, na esculhambação é muito curto, e com isso vem o desmoronamento, daquilo que mais se apregoa nas instituições civilizadas, que é o respeito ás pessoas. Precisamos tomar muito cuidado com o comportamento e a educação dos nossos adolescentes. São todos vaidosos, garbosos, convencidos, "se achando"(como agente fala na minha amada Arari), e acabam machucando o nariz com as "porradas", que as Universidades da VIDA lhes expõe, na primeira esquina dos desafios que a humanística nos presenteia. Advertir, mostrar-lhes os meandros do saber. Colocar esse individuo para estudar, para aprender a ler e escrever, para aprender as adições aritméticas, incentivar para que aprenda uma profissão, um curso técnico, enfim encher a cabeça dessa criatura de bons fluídos, para que no amanhã a sociedade inteira lhes sorrir de bom grado, por está inserido ali "um cabra bom". Adolescente bom é aquele que:é educado, é estudante e estudioso ( não confundir estudante com carregador de livro), é respeitado e respeitador, é trabalho e trabalhador, e jamais aquele que entopesse de materias de "marcas", e leva-lhe na bunda o rótulo de vagabundo. A "cangalha" do tempo não escolhe classe social. Ela enfinca-se nas costas de qualquer um. Acontece que os mais abonados deste País escondem as coisas, e muitas das vezes, as desgraças familiares, só aparecem com as digitais da pobreza.
Adolescente inteligente não mia. Ao contrário, é ele que conduz o "miado" da gata. ( rsrsrsrs)

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