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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A CANÇÃO EM MAR ABERTO - parte 05


Extraído do livro A CANÇÃO EM MAR ABERTO

de: José Maria Souza Costa

Por que os seus olhos brilham ?
Indaga o autor a um adolescente amigo.
Este sorri levemente ou olha para os lados, como quem busca nos ares a resposta para os seus desejos sonhados.
Os adolescentes são todos iguais, imagino eu.
Nas vezes em que estive cara a cara, com um adolescente... percebi o seu olhar, envolvido de esperança e incertezas.
As vezes ele balbucia expressões doces, em outras vezes expressões de arrependimento pelo que fez ou, pelo que deixou de fazer.
As vezes deparo comigo mesmo e, fico pensando nas coisas, onde tudo parece uma enorme loucura, quando se busca do nada, algo que não encontramos em lugar nenhum.

E esse vazio de coisas, e coisas que buscamos e não as encontramos, que as procuramos e não achamos, e que desperta a chamada filosofia de cada um, convida-nos a meditar sobre a vida, quer ela seja amorosa ou não, quer seja amigável ou não, quer seja social ou não, ou seja lá de que tipo for, imagino que temos que reciclar o nosso pensamento de coletividade, expor constantemente o nosso espírito humanitário, que somente não deve apenas servir para doar sangue ao vizinho, mas para mesclar sangue, amizade, fraternidade e confraternizar não tão somente os risos, mas o que existir de melhor neste carrocel que norteia uma canção velejante,  e que todos nós acostumamos a chamar de vida.

E certamente a vida continua e continuará sempre plausível, mas inquieta, travessa, aventurada e aventureira, com risos ou com sorrisos, ou sem ambos...algumas magoadas, desesperadas e desesperançadas, mas mesmo assim é o mais sublime fator natural que Deus  presenteou para este planeta chamado terra.
Divergente e diversificada, a vida é assim. Convergente e conectada, ela deve ser assim.
Seja lá como for a vida, ela precisa, é ser amada.

A vida é algo divinal e caminha lado a lado, com os nossos sonhos e sentimentos, sejam eles os mais humildes, ou os mais alvoraçados,os mais polêmicos ou mais dinâmicos, isso mesmo, temos a obrigação de dosar essa chama que acende no íntimo de cada ser vivo, quer ele seja um "ente" racional ou irracional.
E assim em uma constância desenrola-se o novelo da vida e, cada um com o seu contendo, a sua história e a sua narrativa própria. Tomara que nesse deleite de bondade, de sapiência que cerca toda a vida, cada um saiba valorizar a sua. Que a delineie de forma digna enquanto estiver sob o Sol, ou navegando em uma canção a mar aberto, e tenha uma influência de contentamento sob um luar de noites aquecidas pelo prazer de querer viver um eterno desejo de felicidade.
Quando tudo possa parecer azul, imagino que a vida deve parecer azul. A vida deve ser azul e líquida, imagino assim por que é a cor do meu signo. O signo de peixes, o melhor, o mais sensível dos signos, assim descreve este autor, em linguagem juvenil e inocente.

O meu signo é aquele que paira sobre todos os sentimentos de carinho, de afeto, de acolhida, de entretenimento e por que não dizer um signo que faz seus oriundos embriagar-se com a sedução dos seus desejos que sai da alma e, afeta os corações daqueles que se propões a viver uma vida amada, apaixonada e decantada com a lealdade humana.
Ah... Sabemos que a vida é cheia de nuances, de surpresas, de gracejos e cebos em muitas cabeças e por isso muitas vezes ela se torna monótona.
Sim, posso dizer que ela é monótona, mas hoje na era da "internet", nenhuma pessoa fica só. Eu mesmo, um infanto autor vou lá e descarrego na "weber", meus cochixos quimerísticos, e amigáveis desejos de sapiências que imagino sonhar.




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2 comentários:

Renata *** disse...

José Maria, sempre arrasandoo....RS
Mas nem visita meu blog, né? RS

Cleyton Ferreira Lima disse...

Carrisimo, add seu blog nos meus favoritos, fico feliz em telo como seguidor. fique a vontade.
Arari é terra boa