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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

CAMINHADA RUMO À ESCOLA

Parece uma enorme piada, mas repentinamente o dia passa e o tempo corre e a noite só resta-me caminhar até a Faculdade.
Lá vou encontrar um monte de gente, cada um com pensamento diferente.
Uns querem ser doutores, outros literatos e, tem aqueles que como eu pensa apenas em aprender, com a experiência de tantas adversidades.
A estes heróis meus parabéns, sempre.
Ponto final.
José Maria Souza Costa

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

DO LADO DE LÁ COM A LEITURA

Fazer qualquer coisa para chamar atenção, é válido.
Principalmente quando abrimos um livro e ao ler, entendemos a sua narrativa.
É verdade que os estudantes de hoje, lêem e não entendem ?
Não creio, isso deve ser maldade de algum literato.
Mas deixemos isso pra depois.
Alô, Renata Campos Dias, minha poetisa maior, estou lhe esperando na sala "Q", para falarmos das coisas boas da vida........
José Maria Souza Costa

terça-feira, 23 de setembro de 2008

DO DESEMPREGO AO RISO

DO DESEMPREGO.

Repetinamente encontrei-me desempregado e só.
Os amigos fugiram todos e fiquei só.
Somente eu e duas filhas.
Não.
Somente eu, duas filhas e uma irmã mais velha que eu.
Todas essas mulheres comigo e eu desempregado.
Desempregado sim, mas com a minha dignidade em alta, com força para lutar, com coragem para seguir em frente e, uma esperança enorme de começar um novo tempo.
A vida tem dessas coisas.
A vida produz pessoas e mais pessoas e, somos obrigados a conviver com o lado sujo das amizades.
A vida exige de você experiências, para qualquer que seja a incubência por ela sorteada.
Até mesmo para conviver com pessoas diferentes ela requer sabedoria. O ser humano é dotado de sentimentos.
Sentimentos para odiar, para amar, para trair e até para sorrindo observar a desgraça dos outros.
Pensando assim, agente pergunta:
E os amigos ?
Quem são ou aonde estão ?
Para mim é como se a vida fosse uma eterna canção das águas.
Sabes como é a canção das águas ?
O ser humano será eternamente dotado do sentimento de falsidade.
Falsidade para rir e para chorar.
Falsidade para cantar e debochar.
Falsidade para comer e mastigar.
Falsidade para aplaudir e apunhalar.
Pense comigo:
- Quantas vezes tiveste um amigo e convidaste para ir a sua casa, adentrar em seu quarto e comer em suas panelas ?
Quantas vezes essa mesma pessoa que sorriu com você, que adentrou em seu quarto, que comeu em suas panelas, não apunhalou-te pelas costas ?
E as vezes teimaste tanto para manter amizade com ela.
Insistiu imaginando que iria transformar essas pessoas e esqueceu, que os que nascem com distorção de caracter, jamais se recuperarão.
É preciso aprendermos isso, senão eternamente viveremos dando murro em ponta de faca, como diz o dito popular.
É preciso mudar, senão ou muda você ou muda a vida e, as vezes mesmo com sacríficios enormes, é bom mudarmos o percurso de um comportamento ingenuo que carregamos, imaginando que todas as pessoas que estão sobre a terra, são pessoas de bem.
Ponto final
Josè Maria Souza Costa

PRA CANTAR, PRA REBOLAR

A CANÇÃO EM MAR ABERTO

SEGUNDA PARTE.

As vezes peço para a minha alma pular...rebolar...dançar e flutuar em direção dos desejos agudos da paciência, mas outras tantas vezes, ela teima em desejar o outro par da outra metade que deve está solta e saltitante por aí, como se fosse uma canção a navegar sem rumo, sem rimas e sem versos, em busca de uma página em branco para pousar o seu poema.
As mãos vazias, os pés solto para um longo caminhar, um olhar distante e uma gentileza sadia que sacode o coração e deixa as veias reluzente de felicidade.
As vezes as coisas são boras, outras vezes elas vão embora em outras tantas elas embolam e fazem as coisas acontecerem. Neste momento alguém está embriagado de tesão, alguém em mar aberto está cantando uma canação, ou assobiando de contentamento, ou mesmo deitado em seu camarote escrevendo um livro ou soletrando uma palavra de amor, sonhando em amar as águas agitadas de uma mar aberto.
Tomara que todas as pessoas estivessem neste momento amando-se para que a terra pudesse respirar um pouco de concordância.
As coisas acontecem assim, parece muito fáceis para uns e menos fáceis para outros, mas no fundo as ternuras são todas iguais.
A vida vai sempre sorrir mais para uns que para outros.
Eu quero toda a densidade de um grande amor.
Eu quero toda a paz, a maior delas, a paz interior, aquela que as pessoas carrega com a alma e transpira felicidade e equilibrio emocional.
Diariamente encontramos pessoas esperançosas, destemidas e saltitantes...sempre com o desejo de querer mais, elas obviamewnte querem tudo, querem ser estrelas, serem rapidamente reconhecidas pelas calçadas da vida, querem e insistem a todo custo sair do anonimato e como diz um amigo comum meu ..." cair na gandaia ..." e, para que isso aconteça elas se arrastam atrás de espaços e ajuda
O espaço de cada um é ele que constrói.
Você busca o seu espaço através do trabalho e de um esforço incomensurável, mas com honestidade e, para isso não precisa pisar na cabeça das outras pessoas e nem fazer delas escada passadiças, basta apenas caminhar a passos largas rumo a trilha que durante a sua vida contruir. Aí as pessoas lhe verão pela sua conduta, ainda que navegando em um barco simples e cantando as rimas de uma lealdade que certamente brotará de denttro de sua alma e passará pelos enlace da sua vaidade e pousará no cais das sua personalidade, enfeitando a bandeira dos seus desejos.Assim agente desenha a nossa conduta.a conduta das pessoas simples, como a dos meninos de dezoito anos, sem maldade, sem verso e sem reverso, às vezes destiladas nas algas marinhas dos "marinhos", meninos todos que nasceram de pais alternativos, mas conseguem com galhardia sobrepuljar essa coisa "dantesca" que alguns chamam de destino.Repentinamente você desenha o seu destino.
Se deixar-se ferir por pensamentos ativos, leais, dinâmicos de proporão verdadeira, certamente quando estiver em mar aberto pela vida, saberá distinguir os amigos dos aproveitadores ocasionais.
Os meninos são assim: anciosos, agitados, muitas vezes nervosos e impaciêntes.
A tudo eles querem, a todos eles desejam, anseiam e, de repente quando nada sai do jeito desejado ou sonhado, els ficam emburrados, xerocados e encolhem-se em cantos obscuros de resmungos.
Os meninos todos, teêm medco que os seus sonhos fracassem, por isso são exagerados, mas nós os adultos sabemos, que na solidão de cada fronha eles choram implorando ajuda sempre.
Ah...Eu conheci um adolescente que perdeu a namorada.
Ele passou por dias tensos.
sua ansiedade era tanta que influênciava em sua fisionomia, por momentos ela alternava alegria com nostalgia. As vezes ele desfilava sozinho pelas ruas da cidade, buscando no vazio do olhar, uma expressão que preenchesse o seu contemtamento e resgastasse a sua alegria.
Esse adolescente tem um olhar brilhante, mas que foi ficando morto, opaco, apagado, sisudo e cinzento perdido entre os sonhos, que certamente ele imginava não voltar, nunca mais.
Mas o jovem é assim, ele consegue arrancar do útero de sua alma, uma força enorme que não cala com as medidas de suas atitudes e, deixa a mar aberto navegar entre ondas sua malícias e o seu pudor em comportamento.
Iça a vela e segue, rumo a uma canção qualquer que a vida lhe desenhar, ainda que seja por um instante de insegurança.
Ponto final.
José Maria Souza Costa

MINHA MÃE " EU TE AMO NEGUINHA"

.....esse cabeçalhp acima não é meu e sim autoria do Paulo César Teixeira do Nascimento, meu amigo de Classe "Q", na faculdade de Letras.
Eu a robei dele para dizer que quando possuimos mãe , elas estão vivas, é a sensação mais prazerosa que o ser humano pode sentir.
Fazemos papel e desenhamos uma quantidade enorme de adjetivos para qualificae a função de "mãe'.
E por que será que agimos assim ?
Por que figura materna, representa para nós, uma expressão de ternura, com acompanhamento de aconchego ou de proteção.
Quando ainda somos bebê, a mamãe é a nossa maior protetora, tanto que é ela que sempre escolhemos para nos levar`à escola no primeiro dia de aula e, ninguém pode se aproximar de nós, sabe por que...por que senão a mamãe briga..rsrsrsrsr......
E mãe é quase sempre a mesma coisa ?
Depende, para mim, mãe é mãe, e o resto é imitação.
Por isso elas são chamada de amor, de amore, de neguinha como descreve PC Teixeira,para mim mãe não faz o filho chorar, por que ela chora por ele, jamais ela o deixa pedir por que ela o faz por ele, mãe não faz o filho sorrir sozinho, ela divide esse momento unico e singular de ftrescor humano, para traduzir em "riso" o que ambos sentem, contentamento.
Mãe não tem cor, nem sexo, nem limite, por isso ela é sempre mais importante que o pai.
Mãe, pode ser "neguinha"como disse o autor da frase, mas o afeto, a candura, a dedicação, a roupa que deixa pronta para agente vestir, o arroz com ovo que elas fazem, as broncas, as brigas de ciúmes com a nossa primeira namorada, a olhada ao sair de casa, a desconfiança que nos olha quando estamos no ponto de ônibus tudo isso e muito mais que não cabe neste texto faz entender que mãe não tem cor, tem qualificantes, qualidades, nomes e neste texto todas às nossas mães são "neguinhas" que deriva de "Negra" que é a qualificação de NOBREZA.
Ao meu amigo e colega PC Teixeira, muita atenção para com a sua neguinha e não deixe ela fugir, por que se isso acontecer as lágrimas afogarão a sua vida e nunca mais a beleza e Nobreza do VERBO, será a mesma, continua você.................

NA ESUINA DO QUEIXO

NA ESQUINA DO QUEIXO

Não sei se é quadrilha
ou a vida aflita de um pirralho
Não sei se eles agitam
As ruas do centro desta São Paulo
Não sei se cheiram a alho
Ou sugam as grandes arvores
Com os seus olhos esbugalhados.

Mas sei que pelos atalhos
ou vielas desta cidade
O que não falta além dos desempregados
São cortadores de cana abandonados.

Surgem das esquinas moribundos
Com o olhar assustado e desconfiado
Esfarrapado como se este mundo
Fosse um grande teatro para vagabundos.

E de todos os lados eles vem com seus arrotos
Cortam avenidas e anelviários
Afogam-se em praças desesperados
Dormem nas calçasdas e rodoviárias.....
São os meninos de rua que bebem cola sob a luz da lua.

Descalços, descamisados
Malvestidos e maltratados
Com o rosto e a alma nua
Com o olhar perdido e a pele suja
Sem horizonte e sem direção
Sem pai, sem mãe e sem perdão
Sem os amigos, sem fé e na contra mão
Sem vez, sem voz e sem compaixão.

E quando pela rua eu passo
Encontro corpos como se fosse masso
De um papel qualquer
Quase sem graça
Que agente amassa e logo descarta
Como se fosse lixo vendido em lata
ou papelão medido por taxa.

Ah! todo guri tem duas caras
Uma que mente outra que pede
Uma que morre outra que late
Uma que come outra que escarra
As duas se unem num cheque-mate.
E quando faz ....
Da calçada o teu colchão
A voz engasga e a lágrima cai
O peito explode e a voz não sai.......
Sei que vai lembrar do pai, da mãe, do irmão
Da vontade de voltar
Mas lhe falta perna,coragem
De olhar para trás e pedí perdão.

E aquele moleque lá da Sé
Sem roupa, sem pé, sem esperança
Sem Deus, sem o diabo e sem lembrança
Sem pai, sem mãe, sem irmão
Sem rosto, sem luz, sem vida e coração
Sem paz, sem rumo e sem direção
Todo sujo, todo esfolado, descamisado e descompassado
Cansado, com fome, com sede e com vontade
De achar um caminho com a semente ...
e muita vontade de querer ser gente.
Ponto final
José Maria Souza Costa

OS BRAÇOS CRUZADOS DO WESLEY

Era dezembro de 2005, em minhas muitas andanças pelos orgãos publicos de São Paulo, adentro no "Poupatempo Sé"( é um Edificio localizado no marco zero desta cidade,e por isso o nome, ali tudo está centralizado para o cidadão paulistano, principalmente documentos pessoais) e derepenre encontro o Wesley,sentado com a sua bolsa e o seu guarda chuva em um dos muitos bancos, esperando a sua vez para navegar na "web". Como estava distraido, toquei-lhe as costas e perguntei:
- Como está ?
Ele me respondeu:
- Tudo esta do mesmo jeito, nada muda,o governo isso que ai esta, não faz nada para mudar nada.
Eu lhe indaguei novamente.
- O que voce tem feito então, para mudar a sua vida ?
Ele respondeu-me:
Eu não faço nada, o que é que eu vou fazer ? respondeu -me interrogando. Depois de um longo periodo ali, nos despedimos e eu tive que retirar-me, era um periodo em que eu estava ocioso nesta nossa Sampa querida. Em abril de 2006, estava almoçando em um local e, volto a encontrar o Wesley e, o indaguei:
- Como esta la dolce vita ? disse sorrindo
Ele respondeu:
- Estou do mesmo jeito, esse governo é uma m...,os caras só pensam em roubar e não fazem nada por ninguem.No final do mesmo mês eu viajei para o Estado de Mato Grosso e, assumir a equipe do Barra do Garça FC, para disputar o Campeonato matogrossense de Futebol profissional, onde por sinal fomos Campeões do primeiro turno e, em junho retornei outra vez a São Paulo a convite do SC Campo Limpo Paulista, para disputar a Segunda Divisão do Campeonato Paulista de Futebol e, em uma dessas minhas idas e vindas pelas ruas desta minha querida cidade, encontro Wesley na "Achiropita"(um local de assistencialismo humano). Reconheci e indaguei-lhe.
- Como esta, la dolce vita ? E ele respondeu-me- Na mesma, nada vira, tenho apenas que esperar o tempo passar. Como estava de saida, apenas apertei-lhe a mão e seguir em frente. Hoje janeiro de 2007, eu vinha pensando pelas ruas do centro desta São Paulo, o que eu escreveria para esta coluna e, derepente eu desço pela rua XV de novembro e ao cruzar a rua Jose de Anchieta, quem eu encontro ?
- WesleyEstava agarrado a um pedaço de papelão, que certamente lhe servirá de cama esta nesta noite fria de São Paulo, por sinal neste momento chove densamente e, lamentavelmente parei ali, de longe olhando a cena e, percebir que Wesley: que é tecnico en Informatica, ex corretor de valores, virar "morador de rua". Venho nesta coluna convidar as pessoas a refletir a vida. É preciso que cada um de nós façamos a nossa parte, que o governo faça a parte dele, que cobramos,mas é preciso arregaçarmos as mangas da coragem, é preciso descruzarmos os braços, as mãos, as pernas, senão não chegaremos a lugar nenhum. Wesley, é uma lição penosa para mim.É um espelho pelo qual tenho que refletir e convidar a cada um de nós a fazer o mesmo.
O que fazer ?
Como fazer ?
Por que fazer ?
Não se pode desistir da vida e muito menos na vida . A vida esse dom precioso que Deus nos deu gratuitamente e, que agente mescla com esse carrocel que acostumamos a chamar de relacionasmento humano, temos que incentivar as pessoas sempre a desfilar firmemente na direção do nascer do SOL . E você o que tem feito para mudar a sua dolce vita ?
O que sonhou para mudar a sua doce vida ?
Ou vai esperar o bonde dos desejos passar carregado de ilusões ?
Desperte enquanto há tempo.
Ponto final.
José Maria Souza Costa

de: RENATA APARECIDA DIAS.

Olá José Maria, Irei ler tua obra com carinho! Abaixo tem algumas criações minha, leia e comente =) EpitáfioLuz
EpitáfioLuz
Apagada!
Corpo Calado!
Cama Desarrumada!
Peito Acorrentado!
Forma nua no escuro do quarto
Carpe diem
Um dia a mais corrido e cansado
Um dia a mais na Compania de um velho retrato.
Vozes!
A rua emite sonsSorrisos!
Cinismo é piada!
Água
A terra anda abismada!
Ação
O povo não sente nada!
Formas e formas no escuro do quarto
Um retrato real de uma pessoa normal
Um momento anormal de uma cena exclusa
Mundos e mundos escondidos por trás de um olhar
Fantasmas e carmas no escuro do meu quarto.
Nota:
Este poema é da Renata Aparecida Dias - minha colega de faculdade e faço essa homenagem a ela publicando aqui neste espaço, por ser a mulher que mais conversa durante as aulas...vai ter assunto assim...lá no bairro da Aclimação.
Renatinha, um beijo do tamanho da nossa amizade.

DO BATENTE DO MEU QUARTO

DO BATENTE DO MEU QUARTO

De repente eu sento ao batente da porta do meu quarto e, deixo o olhar fugir em direção à rua.Ele passa por uma porta, por uma outra porta e por mais outra e repetinamente esbarra no muro que separa a rua de nossa casa velha.
A minha casa é grande, enorme, dividida em quartos e, nesses quartos moram pessoas e mais pessoa com seus filhos, esposas, esposos e, mais e mais parentes.
O meu quarto é um misto de tudo: sala, quarto, aréa de lazer e tudo mais.
Por entre tantas coisas deixo escorregar a minha preocupação com o dia a dia que me cerca, alvejado de desejos, responsabilidades, obrigações e, tantas outras coisas que exige de mim: atenção, compreensão e tantos outros sentimentos.
Quanto mais o tempo passa , mais as minhas responsabilidades aumentam, as minhas preocupações se acumulam e, tudo parece caminhar na direção de que somente eu póssa responder por tudo. Queria eu neste momento poder dividir responsabiliades, mas olho em minha volta e não consigo parceiros para isso. Na verdade eu sou o responsavel por tudo: as minha meninas são de menores, a minha irmã que mora comigo, apesar de meio século vivido tem a mesma mentalidade da minha menina adolescente de quatorze primaveras, mas por trás disso, afirmo que ela é uma pessoa maravilhosa, meu anjo da guarda...a ela, devo um monte de coisas: como por exemplo a preocupação que cotidianamente ele tem comigo, o respeito que ela nutre por mim como pessoa humana e, tqantas outras coisas que se aqui fosse inumerar no papel e na tinta não caberia tamanha qualidades. Por ela eu tenho todo o meu amor deste mundo, tenho a gratidão de ter-me ajudado a criar as minhas duas meninas, com o maior empenho humano como se ela fosse a mãe delas. Essas coisas simples para algumas pessoas, para mim é de um valor humanitário ilienável. Por isso e por tantas outras qualidades que ela possue, que sempre irei afirmar por ela, todo o meu reconhecimento, toda a minha lealdade, todo o meu respeito e quando sento à porta do meu quarto e deixo fugir por entre portas o meu olhar, nele caminha perenemente o eterno amor por uma pessoa do bem.
Neste momento, quando muitas pessoas nem seuqer se olham ou se amam, eu e minhas meninas temos o orgulho de nos amarmos muito,de nos compreendermos muito, de dividirmos as tristezas, as alegrias e decepções uns com os outros, por que a vida nunca foi e nem sempre será uma eterna roda de risos e alegrias. Neste caminhar de olhares, de gestos, de risos, é que eu e a minha família fazemos planos de dias melhores e, assim vamos rompendo a barreira das dificuldades, para deslizarmos rumo a um mundo de oportunidades e conhecimentos e, assim possamos hoje sonhar com um amanhã de muito encanto, deslumbro e entretenimento. Quase sempre os nossos relacionamentos familiares são marcados por encontro de risos...mas, precisa também que ele seja feito de muita seriedade, serenidade, sem pré julgamentos, sem essa coisa de apontarmos com o dedo um para o outro, certamente temos convicções que isso não leva a nada, a vida precisa de mais coisas, de mais qualidades, de mais dinâmica.Vou ficar outras vezes sentado no batente do eu quarto, meditando o que a vida ainda pode nos oferecer além dessa coisa doce qe maravilhosa que é viver.
Vou sentar ali e deixar o vento rossar a minha pele e arejar a minha mente para que eu possa deixar jorrar no papel experiencias que me levam a ajudar tantas outras pessoas e amim mesmo, tomando decições que ajudem a engradecer, o comportamento das minhas meninas e de tantos outros amigos.
Aquela casa velha amarela, toda cheia de quartos, de sons, de som é o começo de um renascer.Por ela desliza muito mais que risos, que sonhos, por ela desliza a esperança que tenho de ser feliz junto das minhas filhas e a minha irmã muito amada.
José Maria Souza Costa

PARA LER E NAVEGAR EM MARES DANTES DESEJADOS

A CANÇÃO EM MAR ABERTO

PRIMEIRA PARTE.

" ... eu caminho vagamente entre automóveis que aceleram agitados pelas vias carbonizantes com os seus aromas de gases que embriagam a alma que delira sonhando que a noite apareça, para ela destilar o seuencanto ou envenenar o seu rebolado"
.Esta cidade de São Paulo que carrega permanentemente o espirito da divisão emocional e a cada instante faz o ser humano tornar-se mais distante, mais ausente, menos afável, mais egoísta, mais maldoso,mesmo que revista-se de pluralista, ou apareça para o seu espelho como se fosse um libertário dos desejos sonhados.
Eu continuo caminhando lado a lado com o bom senso, com o meu espírito fraterno defendendo as minorias, com o meu sonho de uma ampla reformano pensamento para que as pessoas possam sair dos seus armários, dos seus guarda-roupas e sem medo, sem ranço na alma, sem tempo de olhar para trás como se desesperadamente olhasse a vida por um estranho retrovisor.
A vida precisa de luz e qualquer vida requer luninosidade própria paraseguir adiante, às vezes nem importa o rumo ou a direção a seguir, mas sim o facho que explode como se fosse uma enorme cachoeira.
Eu caminho a quilometros de distância em busca do meu sol, para aquecer os meus sonhos ou parir os meus deslumbros e, faço desaguar pelas lágrimas, as corridas vacilantes que eu dei, quando ainda muito jovem imaginava que em vida tudo podia, tudo sabia e o tempo fez-mereciclar a velha alma e deixá-la, mais sensata, mais humilde, mais humana, ainda que calejada pelas pegadas de aventura, mas com risos muito tenros e sorrisos mais afáveis.
Em um dia todos fomos meninos e num outro quase velhos amadurecidos,esquecidos pelas obras que não produzimos.
A vida é assim para uns um caminhar sem rumo e sem sonhos e, para outros uma clarevidência que mescla-se com a douçura dos pensamentos positivos e deslumbra-nos como tal o riso do recenascido.
O que fazer para interrogar a vida ?
Buscar a distância através do olhar ?
Distanciar as interrogações ?
Interrogar o nada e rever o além ?
Ou nem sequer observar as alternativas acima e chegasr em casa, colar abunda na banqueta, sacar o terno e trocar pelo agasalho e, caminhar pelas longas avenidas das metrópoles, como se a vida resumisse em umleva e trás de patrícinhas e maurícinhos, embriagados na doce ilusão que na vida tudo é rosa.
Cada um, deleneia o seu caminho e junto dele traça o seu destino e desliza como barco em direção a mares revoltos, chorando a procura para ancorar num velho cais.
A vida é quase sempre assim, com nuances que nos surpreende, mas quenos faz despertar constantemente para um novo dia.
Quando ainda jovens sonhamos em sermos a estrela na terra, desfilarmos com as melhores mulheres, com os melhores "muleques", com os melhores risos, mas jamais imaginamos que estes traços estão mais velhos quando chegar o amanhã.
Tudo encanta e desencanta a um só tempo.
E qual será a enorme descoberta ?
- O amor pela vida, afirmo.
Eu calo, eu não falo.
Eu danço bolero em dois compassos.
Eu navego em todos os mares.
Deslizo por todos os bares, lares. E insisto que os lares aglomerem-se, como fosse uma grande casa dos encontros sonhados pelo enamorados dos serenos cobertos por sonhosespertos, navegando sorridente sob a canção de um mar aberto pelos ventos agitados de uma grande descoberta.
José Maria Souza Costa