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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

PRA NAMORAR, PRA TREPAR OU PRA SORRIR

A CANÇÃO EM MAR ABERTO

QUARTA PARTE.

PARA QUEM TEM UM GRANDE AMOR.

Repentinamente ela surge em minha vida como se fosse uma estrela reluzente, que devora a noite com o seu brilhar e, estupra a mim com o seu clarear radiante.
Imagino que agora ela queira ser uma estrela.
Essa coisa pulgente que encanta a alma e faz delirar os poetas menores como eu, com a utopia de um dia beijar-te ao menos as pontas dos dedos da mãos.
Eu carrego essa quimera cotidianamente, desde o nascer até o pôr do sol em uma noite de verão.
E ela surge em minha casa na figura de um menino homem ou adolescente homem, que expande-se de felicidade ao deparar com o sorriso dela, isso mesmo, o excrachado riso do seu ex-amor derramando em outros braços, absorvendo outros cheiros, como se jamais estivesse esquecido um dia sequer do seu primeiro amante, do seu primeiro gozo ou da sua derradeira trepada.
O adolescente é assim: ancioso, desejoso e as vezes deslocado.
As vezes insinua que quer beijar, quando na verdade ele quer apenas trepar e, as vezes insinua que quer trepar quando na verdade ele quer mesmo é encher o saco, a paciência no ouvido da menina que um dia o iludiu dizendo que amava e, no outro abriu a blusa e protituiu-se com um outro.
O que fazer ?
E então ?
O que fazer agora ?
Ou sorrir ou chorar.
O que não pode é gargalhar eternamente no picadeiro do mesmo circo e retratar através do rosto a fisionomia do eterno palhaço.
Neste momento sei que os seus olhos brilham, reluz....sei que deves está com a mão no queixo pensando, ou com aquele sorriso sem cor e sem graças nos lábios a perguntar:
É de mim que ele está escrevendo ?
Sei lá...responde o autor.
Estou narrando o que acontece com dezenas de centenas de jovens adolescentes que procura um caminho, mas de repente pára, a deparar com a primeira cruzada que ante-põe os seus desejos e, não com bina com o seu egoísmo juvenil.
Posso dizer que:
A vida é um colosso.
Ela é uma ambragência enorme de sentimentos que caminha desde a lágrima derramada pelo adolescente, que chora por que perdeu a namorada, até o caminhar singelo e silencioso do velhinho que me seu palmar o deixa com experiências ilienável ou ao barco que lentamente navega nas águas claras de uma canção por mar aberto.
Quantas vezes as cores do arco-íris não deslumbrou o seu olhar ?
Quantos não tiveram a mente deturpada por pensamentos isanos ?
Isso mesmo, a mente a memória RAN. do computador humano. Quantos não tiveram que esconder-se atrás do seu silencio íntimo para poder sobreviver ?
Quantos nesta vida fingem-se de mortos, imaginando uma reissureição para o bem ?
Na vida é assim, um dia somos palhaços, no outro um enorme teatro a espera de um grande espetáculo.Também pudera, cada um tem o seu grande amor na vida.Eu tenho o meu, você tem o seu e, assim o cotidiano amoroso vai-se desenrrolando ao meio da humanidade como fosse um novelo de fio enorme, que une a cada um pelos nozes. E esse novelo desenrrola-se e volta pelos lábios da juventude com expressões curiosas com Ficar em vez de namorar ou trair.
O adolescente tem pavor a traição, ela o assusta tão quão os cães assustam-se com fogos de artíficios. E assim eles vão construindo o seu mundo particular, o seu próprio vocabulário, o seu linguajar íntimo e suas traduções individuais. Eu, como autor, particularmente não vou perder esse carrocel.
Sinceramente, quero está nele, dentro dele para não perder o bonde dessa revolução juvenil, que as vezes de tão pura, nem cheira a sexo, mas sim a desejos e afinidades que apenas o forro da cama e a quimica dos gemidos sabem como traduzir.

José Maria Souza Costa