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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

ALÔ RENATA APARECIDA DIAS

Alô, Renata Dias, você é o grande amor da minha vida, vou matar de ciúmes o Dante e, certamente ele irá brigar com você por dor de cotovelos, tomara que ele brigue mesmo, afinal ela não sabe a poetisa que você é, a pessoa legal que você é, a criatura humana maravilhosa que és, e a primeira coisa que ele vai sentir é essa praga chamada ciúmes.
Sabes por que ?
- Por que ele não sabe o alvoroço que você causa na classe, quando adentra com seus cabelos negros soltos e, o sorriso tão largo quanto a felicidade de uma mãe, quando acaba de parir um bebê pela primeira vez.
Alô Renata Dias...
Continue assim leve, alegre, com a alma espetacularmente exagerada, sem medo de dizer o que pensa, sem medo de sorrir, de falar de revelar os seus pensamentos e suas paixões, faça como o poeta, deixe a vida carregar os seus desejos e exoplorar o seu canto e, tranbordar 0 seu talento, deixe as pedras cairem pelos caminhos carvernosos, das invejas, refúgios dos flácidos e, não esuqeça jamais que fico feliz quando me telefonas, para conversarmos coisas interessantes e coisas não interessantes, afinal a vida não foi feita para ser moldado conforme os desejos insanos dos vizinhos, que deixam a panela de arroz queimar, enquanto dão na vida de pessoas do BEM.
Tomara que tudo venha junto,
e de uma vez só, sem dor e sem rancor
tomara que chegue logo o Amor.
E o Dante ?
Faça dele mais que um parceiro, diga a ele que a vida precisa de complemento.
Eu te adoro, querida.
Voc faz parte dos meus jogos de vida.
Ponto final

José Maria Souza Costa.

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