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terça-feira, 23 de setembro de 2008

PRA CANTAR, PRA REBOLAR

A CANÇÃO EM MAR ABERTO

SEGUNDA PARTE.

As vezes peço para a minha alma pular...rebolar...dançar e flutuar em direção dos desejos agudos da paciência, mas outras tantas vezes, ela teima em desejar o outro par da outra metade que deve está solta e saltitante por aí, como se fosse uma canção a navegar sem rumo, sem rimas e sem versos, em busca de uma página em branco para pousar o seu poema.
As mãos vazias, os pés solto para um longo caminhar, um olhar distante e uma gentileza sadia que sacode o coração e deixa as veias reluzente de felicidade.
As vezes as coisas são boras, outras vezes elas vão embora em outras tantas elas embolam e fazem as coisas acontecerem. Neste momento alguém está embriagado de tesão, alguém em mar aberto está cantando uma canação, ou assobiando de contentamento, ou mesmo deitado em seu camarote escrevendo um livro ou soletrando uma palavra de amor, sonhando em amar as águas agitadas de uma mar aberto.
Tomara que todas as pessoas estivessem neste momento amando-se para que a terra pudesse respirar um pouco de concordância.
As coisas acontecem assim, parece muito fáceis para uns e menos fáceis para outros, mas no fundo as ternuras são todas iguais.
A vida vai sempre sorrir mais para uns que para outros.
Eu quero toda a densidade de um grande amor.
Eu quero toda a paz, a maior delas, a paz interior, aquela que as pessoas carrega com a alma e transpira felicidade e equilibrio emocional.
Diariamente encontramos pessoas esperançosas, destemidas e saltitantes...sempre com o desejo de querer mais, elas obviamewnte querem tudo, querem ser estrelas, serem rapidamente reconhecidas pelas calçadas da vida, querem e insistem a todo custo sair do anonimato e como diz um amigo comum meu ..." cair na gandaia ..." e, para que isso aconteça elas se arrastam atrás de espaços e ajuda
O espaço de cada um é ele que constrói.
Você busca o seu espaço através do trabalho e de um esforço incomensurável, mas com honestidade e, para isso não precisa pisar na cabeça das outras pessoas e nem fazer delas escada passadiças, basta apenas caminhar a passos largas rumo a trilha que durante a sua vida contruir. Aí as pessoas lhe verão pela sua conduta, ainda que navegando em um barco simples e cantando as rimas de uma lealdade que certamente brotará de denttro de sua alma e passará pelos enlace da sua vaidade e pousará no cais das sua personalidade, enfeitando a bandeira dos seus desejos.Assim agente desenha a nossa conduta.a conduta das pessoas simples, como a dos meninos de dezoito anos, sem maldade, sem verso e sem reverso, às vezes destiladas nas algas marinhas dos "marinhos", meninos todos que nasceram de pais alternativos, mas conseguem com galhardia sobrepuljar essa coisa "dantesca" que alguns chamam de destino.Repentinamente você desenha o seu destino.
Se deixar-se ferir por pensamentos ativos, leais, dinâmicos de proporão verdadeira, certamente quando estiver em mar aberto pela vida, saberá distinguir os amigos dos aproveitadores ocasionais.
Os meninos são assim: anciosos, agitados, muitas vezes nervosos e impaciêntes.
A tudo eles querem, a todos eles desejam, anseiam e, de repente quando nada sai do jeito desejado ou sonhado, els ficam emburrados, xerocados e encolhem-se em cantos obscuros de resmungos.
Os meninos todos, teêm medco que os seus sonhos fracassem, por isso são exagerados, mas nós os adultos sabemos, que na solidão de cada fronha eles choram implorando ajuda sempre.
Ah...Eu conheci um adolescente que perdeu a namorada.
Ele passou por dias tensos.
sua ansiedade era tanta que influênciava em sua fisionomia, por momentos ela alternava alegria com nostalgia. As vezes ele desfilava sozinho pelas ruas da cidade, buscando no vazio do olhar, uma expressão que preenchesse o seu contemtamento e resgastasse a sua alegria.
Esse adolescente tem um olhar brilhante, mas que foi ficando morto, opaco, apagado, sisudo e cinzento perdido entre os sonhos, que certamente ele imginava não voltar, nunca mais.
Mas o jovem é assim, ele consegue arrancar do útero de sua alma, uma força enorme que não cala com as medidas de suas atitudes e, deixa a mar aberto navegar entre ondas sua malícias e o seu pudor em comportamento.
Iça a vela e segue, rumo a uma canção qualquer que a vida lhe desenhar, ainda que seja por um instante de insegurança.
Ponto final.
José Maria Souza Costa

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